Clássico dos Jardins tem diferenças estratégicas e menos chutes de 3

Por NATHAN RAILEANU

(UOL/FOLHAPRESS) - O primeiro jogo do confronto entre Pinheiros x Paulistano pelas quartas de final do NBB foi marcado por duas diferenças em relação aos outros jogos da rodada. Uma de placar e outra em relação as estratégias de jogo.

A primeira é que essa foi a única partida a ser decidida na prorrogação e a outra é relacionada a arremessos do perímetro.

Essa foi a partida que menos se arremessou de três entre os quatro jogos da primeira rodada das quartas de final com 58 chutes. A média dos outros três jogos foi de 69 arremessos.

A diferença não se restringe apenas ao número, mas também à tomada de decisões. No minuto final do jogo, o Paulistano tirou a diferença de três pontos com uma cesta do garrafão e um lance livre e logo depois, ambos os times tentaram a cesta da vitória com lances de dois pontos.

O que foi completamente diferente do jogo entre Franca e Mogi. A equipe mogiana conseguiu a virada com uma cesta de 3 e no último segundo, Georginho tentou a cesta da virada com um arremesso do perímetro, que não deu certo e o time francano acabou derrotado.

Embora o número seja alto, o número menor de arremessos de três chama a atenção em um basquete que passa cada vez mais pela ''revolução dos três pontos" e os arremessos do perímetro têm se tornado uma arma cada vez mais utilizada pelas equipes.