Segunda, 28 de maio de 2007, atualizada às 18h38

Greve na UFJF: CAS diminui em 70%, nesta terça, os novos atendimentos que começaram na segunda-feira


Fernanda Leonel
Réporter
28/05/2007

A greve dos servidores da Universidade Federal de Juiz de Fora pegou de surpresa quem esperava pela ampliação do atendimento do Centro de Atenção à Saúde (CAS), a partir dessa segunda-feira, dia 28 de maio.

A expectativa era de que, com a transferência de atendimentos ambulatoriais do Hospital Universitário para o CAS, aproximadamente cinco mil pessoas passassem a ser atendidas por mês no local.

O espaço de saúde, até então pouco utilizado, passou a comportar os atendimentos de clínicas, consultórios, central de diagnóstico, farmácia, leitos para internação-dia, salas de aula e pequenas cirurgias disponibilizadas pelo serviço de saúde da UFJF.

Mas os serviços duraram apenas um dia. É que o CAS abriu as portas com os novos atendimentos nessa segunda, sabendo, depois da assembléia dos servidores que deliberou pela greve, que já a partir de terça-feira, deveria começar a reduzir os atendimentos 70%.

O atendimento no bairro Dom Bosco vai ficar restrito aos pacientes com HIV, aos serviços de nefrologia e também aos de quimioterapia, até a décima sessão. Já a unidade do Hospital Universitário (HU), do bairro Santa Catarina, por exemplo, não vai mais aceitar internações.

Mudanças nos serviços de saúde

Durante a última semana, os atendimentos no Hospital Universitário foram suspensos, para que a transferência das atividades fosse concluída. Na unidade do HU em Santa Catarina continuam funcionando internamentos, outras cirurgias e a UTI.

A estrutura já construída do CAS deve ser totalmente utilizada a partir de julho deste ano. Pelo menos, esse é o objetivo da diretoria do HU. No sétimo mês do ano deve acontecer a transferência das cirurgias ambulatoriais e da parte de exames que utilizam imagem como ressonância, ultrassom e raio-x.

A partir desta segunda-feira, a Gettran também disponibiliza novos horários de ônibus para o acesso ao local. Mais linhas passam também a deixar os passageiros na porta do Centro de de Atenção à Saúde, por medida de segurança.

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