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    Associação Projeto Amor e Restauração ONG Apar trabalha com o público feminino dependente químico


    Renata solano
    *Colaboração
    19/11/2007

    Quando chegou em Juiz de Fora, Ernane Silva, atual presidente da ONG Apar, encontrou uma mulher grávida e dependente de drogas e substâncias químicas há 23 anos. A situação causou vontade de ajudar pessoas com esse perfil e, há oito anos Ernane trabalha em prol dessas mulheres.

    "A mulher estava grávida e o problema dela com as drogas já não era mais individual, havia um bebê que seria vítima dessa atitude da mãe, portanto, demos apoio psicológico e conseguimos recuperar a mulher e seu bebê nasceu perfeito, acredito que isso foi fruto de nossas orações e ajuda. A partir daí, essa moça nos indicou para outras colegas na mesma situação, foi como se fosse um chamado de Deus para trabalharmos em casos desse cunho", explica Ernane.

    Mas, há apenas dois anos é que, oficialmente nasceu a ONG Apar - Associação Projeto Amor e Restauração de Juiz de Fora, que visa à recuperação de mulheres dependentes de drogas.

    No dia 12 de setembro desse ano, a ONG Apar inaugurou suas atividades na sede da organização que funciona à rua Marciano Pinto, número 1594, no bairro Sagrado Coração de Jesus.

    Para as mulheres com dependência química que quiserem fazer o tratamento no espaço, vão ser feitas triagens com as dependentes e com as respectivas famílias, a fim de um prévio diagnóstico que aponta se essas mulheres estão realmente aptas a um tratamento de combate à dependência química, ou seja, se elas realmente estão procurando a ONG por vontade própria ou por obrigação de pais e familiares.

    Foto do Sítio onde fica a ONG em Juiz de Fora Foto do Sítio onde fica a ONG em Juiz de Fora Foto do Sítio onde fica a ONG em Juiz de Fora

    Para participar das atividades oferecidas pela ONG é cobrada uma contribuição e são oferecidos dormitório, espaço para lavar roupas, alimentação, tratamentos terapêuticos como artesanato e tratamento médico com a oferta de três psicólogos, um médico, um fisioterapeuta e um assistente social.

    "Além desses profissionais a clinica disponibiliza muito amor e carinho para essas mulheres e, pretendemos implantar uma sala com computadores para oferecer capacitação para elas", conta Ernane.

    Foto do Sítio onde fica a ONG em Juiz de Fora Foto do Sítio onde fica a ONG em Juiz de Fora Foto do Sítio onde fica a ONG em Juiz de Fora
    Manutenção

    Segundo Ernane, a ONG Apar se mantém apenas com a contribuição cobrada das internas e de doações, porque ainda não recebem a apoio governamental.

    "Nem todas as internas têm condições de pagar o tratamento, por isso precisamos do apoio de pessoas da comunidade, através de doações e de empresas que se interessem em ajudar a causa", explica Ernane.

    No dia 18 outubro de 2007, a ONG Apar foi pauta de audiência pública na Câmara Municipal de Juiz de Fora. O apoio do Estado às iniciativas da associação foi o assunto discutido entre os vereadores, o presidente da Apar e alguns membros da platéia.

    Por ser uma iniciativa nova no ramo de tratamento de dependentes químicos, porque trabalha especificamente com o publico feminino, a ONG tornou-se alvo de interesse entre os vereadores da cidade. Portanto, Ernane já entrou com o pedido de recursos financeiros do Estado para manter o trabalho da organização.

    Para os organizadores, o trabalho oferecido pela ONG é diferencial em Juiz de Fora porque é um tratamento é individual. "Não só fazemos palestras ou oferecemos medicamentos, temos todo um acompanhamento psicológico e pessoal, assim as ações são ainda mais eficazes e os resultados os melhores possíveis", afirma Ernane.

    ONG Apar - Associação Projeto Amor e Restauração

    Site: ONG Apar
    Telefones: (32) 3215-4220 / (32) 8814-1011

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