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    Terça-feira, 14 de dezembro de 2010, atualizada às 18h

    Indústria de aço que pretende abrir 400 postos de trabalho em JF prevê inauguração em agosto de 2011

    Da Redação
    Foto de obras

    A indústria de produção de aço Codeme prevê início de funcionamento em Juiz de Fora a partir do dia 15 de agosto de 2011. O anúncio foi feito na manhã desta terça-feira, 14 de dezembro, em encontro com empresários e autoridades públicas, ocorrido na Regional Zona da Mata da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). O empreendimento tem a pretensão de abrir 400 postos de trabalho na cidade.

    O recrutamento de pessoal terá início em janeiro de 2011. A capacitação de mão de obra ocorrerá com o apoio da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), do Senai, das escolas técnicas da cidade e do programa Pró-Jovem Urbano, gerido pela Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS).

    As obras na área onde será instalada a indústria — no km 777 da BR-040, na extensão do Distrito Industrial — já iniciaram. Cerca de 150 homens trabalham no local. O projeto logístico do empreendimento foi apresentado ao prefeito Custódio Mattos, no encontro desta manhã. A planta instalada ocupa um terreno de 300 mil metros quadrados, com 30 mil metros quadrados de área construída. O investimento para a instalação da empresa no local é calculado em R$ 72 milhões, sendo R$ 38 milhões em obras, R$ 30 milhões em equipamentos e R$ 4 milhões em despesas pré-operacionais.

    Com o início das atividades em Juiz de Fora, a empresa espera dobrar sua capacidade de produção de três para seis mil toneladas de aço por mês. A indústria, que fornece matéria prima para o ramo de engenharia, tem unidades em Betim (MG) e Taubaté (SP). A intenção era instalar uma nova plataforma no município de Linhares (ES), mas as vantagens oferecidas por Juiz de Fora levaram à escolha da cidade mineira.

    Por meio da assinatura de um protocolo de intenções, a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) comprometeu-se a disponibilizar um terreno de 150 mil metros quadrados, além de incentivos fiscais, como redução ou isenção do Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), do Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e do Imposto Sobre Serviços (ISS). Mesmo com as reduções, é esperado incremento no Valor Adicionado Fiscal (VAF) recolhido no município, capaz de resultar em receita de R$ 18,3 milhões, em dez anos.

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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