Onze praias de SP estão impróprias para banho às vésperas do feriado
SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Onze praias do litoral de São Paulo estão impróprias para banho, segundo relatório da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) divulgado nesta quinta-feira (30), às vésperas do feriado do Dia do Trabalhador.
Das 175 praias monitoradas, onze estão irregulares para banho. A informação é do Mapa de Qualidade das Praias, que é atualizado semanalmente com a classificação de cada uma delas em duas categorias, própria ou imprópria. A próxima atualização será no dia 7 de maio.
Ilhabela é o município com mais praias impróprias. Na cidade litorânea, a Cetesb não recomenda o banho para quatro praias (veja lista completa mais abaixo).
A companhia orientou os banhistas a evitarem contato com a água do mar em praias classificadas como impróprias. Segundo o órgão, a exposição pode representar riscos à saúde.
Além de possíveis bactérias, as praias podem ser consideradas impróprias por outros motivos: pela presença de óleo devido a derramamentos de petróleo, ocorrência de maré vermelha, floração de algas potencialmente tóxicas ou surtos de doenças transmitidas pela água.
Veja a lista de praias impróprias:
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Ubatuba
Itaguá - dois trechos
Rio Itamambuca
Caraguatatuba
Prainha
São Sebastião
São Francisco
Ilhabela
Viana
Perequê
Praia do Julião
Veloso
Guarujá
Perequê
São Vicente
Gonzaguinha
QUANDO UMA PRAIA FICA IMPRÓPRIA?
As praias são classificadas em duas categorias principais: própria e imprópria. Desde janeiro de 2001, a classificação das praias em relação à balneabilidade segue os critérios da resolução n.º 274/00 do Conselho Nacional do Meio Ambiente. A categoria "própria" agrupa três subcategorias: excelente, muito boa e satisfatória.
Critério estabelece que quando são identificadas mais de 100 colônias de bactérias, a cada 100 mililitros de água, a praia é considerada imprópria para banho. Além das altas concentrações de bactérias fecais, uma praia também pode ser classificada como imprópria em outras situações que desaconselham o contato direto com a água. Entre essas situações estão: a presença de óleo devido a derramamentos de petróleo, a ocorrência de maré vermelha, floração de algas potencialmente tóxicas ou surtos de doenças transmitidas pela água.