De Raphinha a Estêvão: Três brasileiros que moldarão a Copa do Mundo de 2026
Raphinha, Casemiro e Estêvão se destacam como as chaves para o sucesso do Brasil na Copa do Mundo, trazendo talento e experiência à seleção
Toda Seleção Brasileira chega a uma Copa do Mundo com alguns nomes que carregam mais peso do que os demais. Alguns são óbvios desde o momento em que a lista de convocados é divulgada. Outros se tornam evidentes apenas quando os jogos começam. O primeiro grande torneio de Carlo Ancelotti no comando da Seleção foi construído em torno de uma mescla de veteranos e jovens talentos, e três nomes dessa mistura se destacam pelo que agregam à equipe.
Raphinha, a ameaça de gol que o time precisa
De todos os atacantes deste elenco, Raphinha é quem chega na melhor fase. O jogador de 29 anos acaba de encerrar uma temporada pelo Barcelona na qual terminou entre os principais artilheiros da La Liga, marcou repetidamente na fase de mata-mata da Liga dos Campeões e entrou na disputa pelos maiores prêmios individuais do ano. Há algum tempo o Brasil não tinha um atacante chegando a um torneio com esse perfil. Ele traz objetividade, eficiência nas finalizações e perigo nas bolas paradas, além da disposição para partir para cima do marcador em vez de apenas tocar a bola. Se o Brasil pretende alcançar o número de gols que a conquista do troféu geralmente exige, a maior parte deles passará pelos pés de Raphinha.
Casemiro, a voz da tranquilidade no meio-campo
Se Raphinha traz a intensidade, Casemiro traz a calma. Agora com 34 anos e duas Copas do Mundo na bagagem, o volante é o nome mais experiente do vestiário e o jogador a quem Ancelotti recorre quando as partidas precisam de mais cadência. Sua função não mudou muito ao longo dos anos. Ele se posiciona à frente da linha defensiva, intercepta ataques antes que se desenvolvam e mantém a bola circulando quando a equipe está sob pressão. O Brasil tem sido apontado como um dos principais candidatos ao título durante todo o ano, e boa parte dessa confiança vem do meio-campo que ele sustenta. Os torcedores que desejam acompanhar o Brasil no restante do torneio podem utilizar o Código promocional BetBoom no portal Goal Brasil.
Estêvão, a nova geração dando seu primeiro passo
O último nome do trio é o mais jovem. Estêvão assinou com o Chelsea no meio do ano passado, após sua temporada de destaque pelo Palmeiras, e, mesmo aos 19 anos, já é apontado como o melhor atacante revelado pelo Brasil nos últimos anos. É improvável que ele seja titular em todas as partidas, mas em um torneio onde cinco semanas de futebol desgastam as pernas e as ideias, sua velocidade e sua habilidade no um contra um tornam-se úteis de uma maneira muito diferente na reta final dos jogos. Se o Brasil continuar vivo na segunda metade da competição, o momento em que Estêvão fizer a diferença pode ser aquele pelo qual esta campanha será lembrada.
As Copas do Mundo sempre acabam consagrando nomes que ninguém tinha no radar. Um goleiro entra em uma fase espetacular, um meio-campista escolhe a noite certa para marcar seu primeiro gol pela seleção, ou um jovem saindo do banco muda os rumos de um confronto eliminatório. Por enquanto, porém, Raphinha, Casemiro e Estêvão são os três brasileiros cujos desempenhos dirão a Ancelotti, mais do que quaisquer outros, como esta campanha terminará.