Indexa: Flávio Bolsonaro tem rejeição de 50% e Lula de 49%; estão empatados tecnicamente
O senador Flávio Bolsonaro (PL) é o pré-candidato à Presidência da República com maior rejeição, segundo pesquisa Indexa divulgada com exclusividade pelo Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, nesta terça-feira, 21. Entre todos os eleitores ouvidos, 50% dizem que jamais votariam no senador, enquanto 31% afirmam que com certeza votariam e 13%, que poderiam votar.
Esse porcentual de rejeição cresceu nos últimos meses. Em maio, 47% diziam que jamais votariam em Flávio. Os que com certeza votariam no filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também aumentaram: de 28% para 31%. A queda veio principalmente nos que poderiam votar (eram 18% há dois meses e agora são 13%).
Os demais candidatos, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), têm porcentuais numericamente menores de rejeição do eleitorado. No caso de Lula, a variação é na margem de erro: 49% dizem que jamais votariam no petista, enquanto 37% afirmam que com certeza votariam e 12%, que poderiam votar.
Em maio, 46% diziam que não votariam em Lula, enquanto 32% afirmavam que com certeza votariam nele e 17%, que poderiam votar.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) foi o candidato de fora da polarização entre Lula e Flávio que teve a melhora mais significativa. Apesar de ainda figurar com menos de dois dígitos nas intenções de voto, Caiado passou a ser considerado como uma opção de voto para quase um terço do eleitorado. Os que dizem que jamais votariam nele foram de 32% em maio para 35% em julho. Os que dizem que com certeza votarão nele eram 1% e agora são 4%. Mas os que afirmam que poderiam votar passaram de 9% em maio para 32% em julho.
A seguir, os porcentuais de rejeição de todos os candidatos:
- Flávio Bolsonaro (PL): 50%
- Lula (PT): 49%
- Renan Santos (Missão): 40%
- Romeu Zema (Novo): 40%
- Ronaldo Caiado (PSD): 35%
A margem de erro estimada é de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada de 16 a 19 de julho, com 2.000 entrevistas por telefone. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02904/2026.