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    Sexta-feira, 25 de janeiro de 2019, atualizada às 16h01, atualizada às 17h43

    Barragem da Vale se rompe em Brumadinho

    Agência Brasil

    O Corpo de Bombeiros informou na tarde desta sexta-feira, 25 de janeiro, que aproximadamente 200 pessoas estão desaparecidas após o rompimento da Barragem da Mina Feijão, em Brumadinho. A estrutura, que pertence à Vale, liberou no meio ambiente um volume ainda desconhecido de rejeitos de mineração.

    O Hospital João XXIII, instituição pública vinculada ao estado de Minas Gerais e sediada em Belo Horizonte, acionou um plano de atendimento para múltiplas vítimas de catástrofes. Até o momento, a instituição confirmou a chegada de duas pacientes, de helicóptero.

    Em nota, o Corpo de Bombeiros informou que o Sistema de Comando de Operações (SCO) está estruturado no Centro Social do Córrego do Feijão, em Brumadinho. "Vários órgãos, principalmente de segurança pública, estão no local e em reunião neste momento definindo as estratégias de atendimento", diz a nota.

    Ao lado do Centro Social do Córrego do Feijão, há um campo de futebol que está sendo usado como área de avaliação e triagem das vítimas para atendimento médico, além de estacionamento de viaturas. Também foi estruturado um posto para arrecadação de alimento na Faculdade Asa de Brumadinho.

    O Corpo de Bombeiros informou que está atuando com 51 militares, e que contam ainda com seis aeronaves.

    Alerta

    Por volta das 13h30, a Prefeitura de Brumadinho alertou em suas redes sociais para a população da cidade manter distância do leito do Rio Paraopeba. O Instituto Inhotim, o museu a céu aberto de arte contemporânea localizado em Brumadinho, informou através de suas redes sociais que o parque foi esvaziado por precaução.

    Comunicado Governo de Minas

    Através de comunicado enviado à imprensa, o Governo de Minas informou que uma força-tarefa já está no local do rompimento da barragem em Brumadinho para acompanhar e tomar as primeiras medidas. O Corpo de Bombeiros por meio do Batalhão de Emergências Ambientais, e a Defesa Civil também já estão no local da ocorrência trabalhando e há dois helicópteros sobrevoando a região. O Governo de Minas Gerais já designou a formação de um gabinete estratégico de crise para acompanhar de perto as ações.

    Além disso, estão a caminho da Mina do Feijão, o secretário de Meio Ambiente, Germano Vieira, a secretária de Impacto Social, Elizabeth Jucá. O Governo ressalta que, neste primeiro momento, a principal preocupação é prestar assistência às vítimas.

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