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    Quarta-feira, 1 de agosto de 2012, atualizada às 11h50

    Após assembleia, médicos municipais elaboram carta denúncia para ser entregue à população

    Nathália Carvalho
    *Colaboração
    Manifestaçao medicos municipais

    Os médicos municipais reuniram-se, mais uma vez, em assembleia durante a noite da última terça-feira, 31 de julho. Na ocasião, ficou decidido que será elaborada uma carta denúncia para ser entregue à população de Juiz de Fora no próximo sábado, dia 4 de agosto, às 10h da manhã no Calçadão da rua Halfeld.

    De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos, Gilson Salomão, a ideia é manter as reuniões periódicas entre as classes e fortalecer o movimento com esclarecimentos para os usuários do serviço público de saúde. "O nosso movimento tem se alargado e contamos, cada vez mais, com a presença de outras categorias, como o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais e dos Odontologistas. Estamos nos unindo com o objetivo de combater a 'privataria' da saúde pública em Juiz de Fora."

    Além da carta denúncia, Salomão pontua que será realizada uma coleta de assinaturas para o projeto Assine + Saúde, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que prevê a apresentação de um projeto de lei, de iniciativa popular, que reverta as propostas retiradas da Emenda Constitucional 29 (EC-29). O documento determina piso fixo de investimentos em saúde pelo órgãos de poder e foi regulamentada em janeiro deste ano, mas sofreu determinados vetos do Governo Federal.

    E as assembleias terão continuidade. Segundo Salomão, no próximo dia 14 de agosto está marcada outro encontro na sede da Sociedade de Medicina para definir os rumos do movimento. "Contaremos com a presença de conselheiros municipais de saúde, que já estão colaborando e auxiliando na causa."

    As discussões a respeito do reajuste salarial têm sido realizadas há mais de três meses. No último dia 18 de julho, os médicos municipais começaram a convocar os profissionais de área de saúde da cidade para realizarem encontros para definir possíveis paralisações do setor. Desde o dia 3 dos mesmo mês, os sindicalistas vêm mantendo o indicativo de greve. A pauta de reivindicações da categoria fundamenta-se em três pontos: reestruturação da carreira; elevação do vencimento básico, que hoje é R$ 1.471; e melhoria nas condições de atendimento ao público e fim da precarização dos serviços de saúde por meio de abertura de concursos públicos.

    *Nathália Carvalho é estudante do 8º período de Comunicação Social da UFJF

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