Sexta-feira, 18 de setembro de 2020, atualizada às 9h20

Suicídio: fatores protetores podem fazer a diferença

*Da redação

Os fatores protetores do suicídio, embora sejam menos estudados, podem fazer a diferença para a pessoa. São aspectos relacionados à vida do indivíduo, importantes e fornecedores de proteção contra o comportamento suicida.

Entre os aspectos elencados na cartilha Informando para Prevenir, existem fatores relacionados com a vida pessoal, profissional, social e financeira. Questões ligadas à saúde mental e acesso a serviços e cuidados neste campo também são necessários e fundamentais para a prevenção do suicídio.

Fatores de proteção são igualmente importantes e têm sido identificados como meios de melhorar a resiliência. Portanto, melhorar os fatores de proteção deve ser também um dos objetivos da prevenção do suicídio.

Quais os fatores de proteção para o suicídio?

Na cartilha Informando para Prevenir, da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), são elencados alguns pontos fundamentais para a proteção: 

 - autoestima elevada;

 - bom suporte familiar;

- laços sociais bem estabelecidos com família e amigos;

- religiosidade independente da afiliação religiosa e razão para viver;

- ausência de doença mental;

- estar empregado;

- ter crianças em casa;

- senso de responsabilidade com a família;

- gravidez desejada e planejada;

- capacidade de adaptação positiva;

- capacidade de resolução de problemas e

- relação terapêutica positiva.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde - OMS, eles estão estabelecidos e classificados em três grandes grupos. Relações pessoais fortes, crenças religiosas ou espirituais e práticas de estratégias positivas de enfrentamento e bem-estar podem atuar como importantes fatores protetivos. Ao longo das próximas postagens, abordaremos cada um dos grupos de forma mais ampla.

* Associação Brasileira de Psiquiatria

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