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    Quinta-feira, 26 de junho de 2014, atualizada às 12h10

    WhatsApp pode ser alvo de hackers; veja como se proteger

    O aplicativo WhatsApp, disponível para todas as plataformas de smartphones do mercado, tem sido cada vez mais alvo de hackers. Com as informações dos usuários podendo ser vistas por terceiros, aplicativos conhecidos no mercado como o StealthGenie, mSpy e Mobi Stealth fazem a função de, não só copiar os textos, as fotos e os vídeos que são compartilhados pelo aplicativo, como também bisbilhotar em outros serviços como Facebook, Viber, Skype, Twitter e até mesmo as mensagens nativas do próprio aparelho celular. Com algumas medidas, o usuário pode aumentar a privacidade e a segurança no smartphone.

    O primeiro passo é proteger o aparelho, instalando um dispositivo anti-vírus e um localizador GPS, em caso de roubo. São várias as opções e serviços oferecidos, por isso, cada usuário tem uma preferência.

    Pensando na privacidade, uma boa alternativa do mercado é o GotYa!, exclusivo para Android, que permite usar a câmera frontal para tirar foto de alguém que digite uma senha incorreta no smartphone. Como na na maioria das vezes em que um celular é hackeado, o invasor precisa instalar algum app suspeito no telefone para começar o monitoramento, o GotYa! registra a imagem do invasor, ou do ladrão, e salva na nuvem. Para quem tem iPhone, as opções são o iGotYa e o iLostFinder, que trabalham de forma similar, mas como não são aprovados pela Apple, necessitam de jailbreak.

    Quando se escolhe a senha, prefira códigos de difícil adivinhação por estranhos ou mesmo conhecidos, o que implica na senha não ter relação com sua vida pessoa. Evite datas de aniversários, nomes de parentes e amigos, números de residência, idade ou qualquer outro aspecto que possa ser ligado ao usuário.

    O que poucos usuários sabem é que o WhatsApp guarda uma cópia das suas mensagens no chip (SIM Card) por sete dias. Se decidir emprestar o chip para terceiros nesse período, lembre-se de apagar o conteúdo para impedir que ele seja restaurado em outro celular. O próprio ato de emprestar o smartphone a alguém requer cuidado redobrado, pois qualquer descuido pode ser suficiente para que a pessoa instale vírus e programas que roubam dados no dispositivo.

    Fonte: TechTudo

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