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  • Juiz de Fora 150 anos em um minuto:
    Os fatos e personalidades que construíram a história da cidade.
    Novas crônicas todos os dias, de segunda a sexta.
    Uma iniciativa da Rádio FM Itatiaia e do JFService

    10/04/2000

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    Antigos nomes das nossas ruas
    A cidade avança, as ruas alargam-se, tornam-se mais extensas, mudam de nomes. Rua da Serra, Rua da Gratidão, Rua do Sapo, Rua da Direita, Rua do Comércio... As antigas nomenclaturas dão lugar a outros nomes, muitas vezes sem significado para a maioria da população. A rua da Serra passa a se chamar Avenida Olegário Maciel, a da Gratidão é hoje a Avenida dos Andradas. Rua do Sapo? Quase ninguém se lembra, mas era o nome dado à Fonseca Hermes. Rua da Direita era a denominação da mais importante via de Juiz de Fora, a Avenida Rio Branco, e ainda Rua do Comércio... Hoje Batista de Oliveira. Muitos e muitos outros nomes mudaram. A Avenida Getúlio Vargas já foi Rua Quinze de Novembro. Rua Botanágua é hoje a Avenida Sete de Setembro. Nas placas, pouco observadas no corre-corre do dia-a-dia, escondem-se grandes nomes, muitos deles de personalidades que ajudaram a construir os 150 anos de Juiz de Fora.

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    A influência alemã
    Os alemães sempre acompanharam importantes fases de desenvolvimento de Juiz de Fora. Mais do que influenciar nossa cultura, foi um alemão, Henrique Guilherme Fernando Halfeld, o principal fundador de nossa cidade, projetando as primeiras vias públicas. Um visionário, Halfeld desenhou o traçado da atual Avenida Rio Branco, construiu a estrada do Paraibuna e liderou a organização da sociedade. Henrique Guilherme Fernando Halfeld nasceu em 1797, em Klaustal, na Alemanha, e morreu em Juiz de Fora no ano de 1873. Aqui, outros alemães fincaram suas raízes, construíram famílias, deixaram seus descentes. Alguns bairros, como o São Pedro e o Borboleta, formaram-se com famílias de alemães, mantendo até hoje as tradições na culinária, na dança, na música e nos costumes em geral. Nos anos 90, a história se repete. São novamente os alemães que trazem esperança de dias melhores para nossa Juiz de Fora, através da instalação da montadora Mercedes-Benz, a primeira fora da Alemanha na produção de carros de passeio: surgia o Classe A, num momento difícil da economia do país. Mas a estrela persiste, junto com a esperança dos juizforanos.

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    Estádio Regional
    Inaugurado no final de ano de 1988 pelo então prefeito Tarcísio Delgado, o Estádio Regional de Juiz de Fora, com capacidade para 35 mil pessoas, teve seu nome oficializado em 1997, passando a se chamar Estádio Municipal Radialista Mário Helênio. O nome é uma homenagem a um dos maiores cronistas esportivos de Juiz de Fora. Por suas dimensões e qualidade de vestiários e gramado e, mais recentemente, com a implantação da iluminação, o local tem sido escolhido por times do Rio de Janeiro e de São Paulo como palco de grandes partidas, e exerce papel de destaque na história da cidade. Apesar de recente, o Estádio já teve momentos marcantes, como o jogo de despedida de Zico, grande ídolo da torcida do Flamengo, em dezembro de 89.

    Créditos:
    Texto e áudio - Equipe de Jornalismo Rádio FM Itatiaia JF
    Edição Internet e recursos digitais - Equipe JFService / ArtNet

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