Últimas notícias
Por que estamos tão cansados? O esgotamento do século XXI
Você já teve a sensação de chegar ao fim do dia sem conseguir explicar exatamente o que fez? Acordamos cedo; respondemos mensagens antes mesmo de sair da cama. O trabalho exige rapidez!
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Jungley Torres
A Copa do Mundo como metáfora da pluralidade
A edição de 2026 simboliza esse movimento de forma ainda mais evidente. Pela primeira vez, o torneio reúne 48 seleções, tornando-se o maior da história
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Jungley Torres
Entre algoritmos e humanidade: o esperançar que ainda habita a educação
As redes sociais transformaram opiniões em produtos, imagens em capital simbólico e pessoas em vitrines, muitas vezes, vitrines de si mesmas
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Jungley Torres
Do analfabetismo tradicional ao analfabetismo funcional: os desafios de educar no Brasil contemporâneo
Durante muito tempo, acreditou-se que alfabetizar significava apenas ensinar alguém a juntar letras, formar sílabas e decifrar palavras. Sem dúvida, isso continua sendo basilar. Ler e escrever ampliam horizontes e permitem maior participação social
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Jungley Torres
Linguagem e constituição do sujeito: como nos tornamos quem somos
Um minicurso gratuito sobre o tema será ministrado no dia 16 de abril. As inscrições estão abertas.
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Jungley Torres
Entre algoritmos e humanidade: quem educa no mundo digital?
É nesse cenário que emerge o chamado ECA Digital, uma atualização necessária, ainda que relativamente tardia, do nosso compromisso com a infância e a adolescência no Brasil
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Jungley Torres
Educar-se na dor: notas sobre uma cidade em luto
Juiz de Fora não será mais a mesma. E nós, certamente, também não
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Jungley Torres
Quando educar deixa de ser pressa e volta a ser (trans)formação
O mês de janeiro sempre chega como um convite simbólico. O calendário muda, os discursos se renovam, as promessas reaparecem.
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Jungley Torres
O esperançar de um novo ano: O que levamos conosco e o que ainda pode nascer
O fim de ano costuma nos alcançar como um limiar. Algo se fecha, algo se anuncia.
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Jungley Torres
A arte de viver em um mundo hipersaturado
Zygmunt Bauman certa vez advertiu que “a arte de viver num mundo hipersaturado de informação ainda não foi aprendida, e o mesmo vale para a arte, ainda mais difícil, de preparar os seres humanos para esse tipo de vida”. Não se trata apenas de uma constatação sociológica, mas de uma provocação ética, que nos desloca para o centro da experiência contemporânea.
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Jungley Torres