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    Sem dor de cabeça após a mudança Estar presente durante todo o processo e seguir à risca todas as cláusulas do contrato são formas de evitar prejuízos

    Priscila Magalhães
    Repórter
    Madalena Fernandes
    Revisão
    02/01/2009
    Foto de purificador de água
    Em arquivo:

    Fazer um contrato é uma forma de evitar dor de cabeça e prejuízos após a mudança de uma localidade. O ideal é que este contrato seja o mais detalhado possível, contendo as responsabilidades do cliente e da empresa contratada para desmontar, embalar e transportar os objetos.

    Segundo a superintendente de atendimento do Procon, Roberta Lade, as cláusulas mais importantes são as que definem a data da mudança e da entrega, o valor cobrado, a forma como os móveis e utensílios serão embalados e como as perdas serão ressarcidas.

    "O contrato é importante mesmo se a mudança for feita por aquela pessoa que faz frete. Assim, o cliente pega os dados e, em caso de prejuízos, pode recorrer ao juizado especial", explica. No caso de problemas com empresas, o Procon pode ajudar. "Neste caso há uma relação de consumo."

    Dessa forma, uma boa dica é escolher uma empresa especializada. O diretor de uma franquia especializada em mudanças, Jorge Luz, diz que o contrato é essencial. "É onde fica esclarecido todo o serviço que será desempenhado pela empresa, quais são os prazos, o compromisso da transportadora e do consumidor."

    Outro ponto essencial é a participação do cliente no momento da mudança. Só ele sabe o que será levado para a casa nova e o que terá outro destino. "Às vezes, desmontamos e embalamos coisas que não serão transportadas. A orientação de um responsável é importante." Além disso, o responsável também auxilia na detecção de problemas com os móveis. "Mostramos a ele que os objetos não estão em bom estado."

    É o contrato que vai especificar o valor do seguro, pago pela empresa se houver problemas com alguma peça. O orçamento feito pela empresa onde Jorge é diretor já inclui o valor do seguro: 1% referente ao valor total dos objetos que serão transportados. "Esta porcentagem é repassada para a seguradora", explica ele. Se um utensílio estragar, a seguradora paga o valor correspondente ou repara a peça.

    Os valores e o estado de conservação de cada peça embalada e transportada ficam registrados no inventário. "Tudo é conferido na subida e descida no caminhão." Outro cuidado que o consumidor precisa ter é observar se todas as caixas estão sendo identificadas com o seu conteúdo. Isso vai facilitar no momento de guardar todas as coisas no lugar novamente.

    Ainda no contrato, devem ser especificados todos os objetos que a empresa não transporta, como botijões de gás cheios, joias e outros valores, armas e objetos desembalados. "A seguradora é categórica. Ela não dá cobertura a essas peças."

    Preços variam de acordo com o tipo de objeto

    Duas mudanças para o mesmo local podem ter preços bem diferentes. O que define, além da quilometragem, é a quantidade de móveis que serão transportados e o cuidado que eles exigem. Pessoas que possuem objetos frágeis acabam pagando mais caro. "Como temos que embalar tudo, a embalagem acaba saindo mais cara. Levamos em consideração o nível da embalagem", explica Jorge.

    Além disso, as empresas especializadas também levam em consideração a metragem cúbica, ou seja, o espaço que tudo o que será transportado vai ocupar no caminhão. "Algumas mudanças, ficamos preparando durante dois dias. Outras fazemos tudo pela manhã e transportamos no mesmo dia", completa ele. O percurso também é crucial. "Somamos nosso custo operacional e o custo da embalagem", finaliza.

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