Sexta-feira, 6 de julho de 2012, atualizada às 18h30

PF prende cinco homens e apreende 110 quilos de maconha na Zona Sul de JF

Jorge Júnior
Repórter
maconha

Cinco pessoas foram presas em flagrante e 110 quilos de maconha foram apreendidos na noite da última quinta-feira, 5 de julho, na operação Caminho Novo II, desencadeada pela Polícia Federal (PF), na região Sul de Juiz de Fora (ver mapas).

Além disso, três veículos, oito celulares e R$ 2 mil também foram apreendidos durante a ação, que tem como principal objetivo combater o tráfico na região e identificar as rotas e quadrilhas que estão usando o município e as redondezas para abastecer a cidade, ou até mesmo utilizando Juiz de Fora como ponto de apoio, conforme explica o chefe da Delegacia da Polícia Federal, Cláudio Dornelas.

Segundo Dornelas, a PF acompanhou a chegada dos traficantes por cerca de 48 horas ininterruptas. "Eles [os traficantes] reuniram-se no interior de um shopping da Zona Sul, onde estavam entregando a droga, que estava escondida na lataria de uma caminhonete, com placa de Uberaba", diz o delegado.

Dornelas disse, ainda, que a droga tem origem paraguaia, passando pelo Mato Grosso do Sul e vindo para cidade, onde parte seria comercializada. O restante do entorpecente seguiria para o Rio de Janeiro. "Cerca de 80% da droga consumida no Brasil vem do Paraguai. Esse grupo é organizado e não é a primeira vez que eles escolhem a cidade para transportar a droga."

pf pf

Chefe do esquema

Um empresário carioca, 34 anos, seria o chefe do esquema. Junto com ele, estavam dois homens identificados como seus seguranças. Além deles, foram presos um motorista do Mato Grosso do Sul, que dirigia o carro onde estava a droga e o condutor de um outro automóvel, com placa de São Paulo. Eles também estariam envolvidos no esquema.

O delegado disse, ainda, que os traficantes tentaram fugir usando um dos carros, mas os policiais conseguiram usar uma viatura para obstruir a rua e impedir a fuga. A prisão foi efetuada por volta das 18h. "Estamos conseguindo mapear os traficantes. A cidade está se tornando subsidiária do tráfico de drogas. Parte da droga fica em Juiz de Fora e outra parte vai embora. Esses homens têm um poder aquisitivo bem grande e estariam lavando o dinheiro com compra de imóveis na região", afirma o delegado Humberto Brandão.

A estimativa é que a droga tenha o valor no atacado de R$ 250 mil. "Essa quantidade no varejo pode chegar a R$ 500 mil." Os homens estão no Ceresp à disposição da Justiça Estadual. Eles vão responder por tráfico de drogas, associação ao tráfico e tráfico interestadual de drogas. "O dinheiro apreendido era utilizado para os gastos próprios dos traficantes, pois o dinheiro da compra é pago por meio de transação bancária", explica.

Os textos são revisados por Mariana Benicá

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Sexta-feira, 6 de julho de 2012, atualizada às 18h30

PF prende cinco homens e apreende 110 quilos de maconha na Zona Sul de JF

Jorge Júnior
Repórter
maconha

Cinco pessoas foram presas em flagrante e 110 quilos de maconha foram apreendidos na noite da última quinta-feira, 5 de julho, na operação Caminho Novo II, desencadeada pela Polícia Federal (PF), na região Sul de Juiz de Fora (ver mapas).

Além disso, três veículos, oito celulares e R$ 2 mil também foram apreendidos durante a ação, que tem como principal objetivo combater o tráfico na região e identificar as rotas e quadrilhas que estão usando o município e as redondezas para abastecer a cidade, ou até mesmo utilizando Juiz de Fora como ponto de apoio, conforme explica o chefe da Delegacia da Polícia Federal, Cláudio Dornelas.

Segundo Dornelas, a PF acompanhou a chegada dos traficantes por cerca de 48 horas ininterruptas. "Eles [os traficantes] reuniram-se no interior de um shopping da Zona Sul, onde estavam entregando a droga, que estava escondida na lataria de uma caminhonete, com placa de Uberaba", diz o delegado.

Dornelas disse, ainda, que a droga tem origem paraguaia, passando pelo Mato Grosso do Sul e vindo para cidade, onde parte seria comercializada. O restante do entorpecente seguiria para o Rio de Janeiro. "Cerca de 80% da droga consumida no Brasil vem do Paraguai. Esse grupo é organizado e não é a primeira vez que eles escolhem a cidade para transportar a droga."

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Chefe do esquema

Um empresário carioca, 34 anos, seria o chefe do esquema. Junto com ele, estavam dois homens identificados como seus seguranças. Além deles, foram presos um motorista do Mato Grosso do Sul, que dirigia o carro onde estava a droga e o condutor de um outro automóvel, com placa de São Paulo. Eles também estariam envolvidos no esquema.

O delegado disse, ainda, que os traficantes tentaram fugir usando um dos carros, mas os policiais conseguiram usar uma viatura para obstruir a rua e impedir a fuga. A prisão foi efetuada por volta das 18h. "Estamos conseguindo mapear os traficantes. A cidade está se tornando subsidiária do tráfico de drogas. Parte da droga fica em Juiz de Fora e outra parte vai embora. Esses homens têm um poder aquisitivo bem grande e estariam lavando o dinheiro com compra de imóveis na região", afirma o delegado Humberto Brandão.

A estimativa é que a droga tenha o valor no atacado de R$ 250 mil. "Essa quantidade no varejo pode chegar a R$ 500 mil." Os homens estão no Ceresp à disposição da Justiça Estadual. Eles vão responder por tráfico de drogas, associação ao tráfico e tráfico interestadual de drogas. "O dinheiro apreendido era utilizado para os gastos próprios dos traficantes, pois o dinheiro da compra é pago por meio de transação bancária", explica.

Os textos são revisados por Mariana Benicá

Sexta-feira, 6 de julho de 2012, atualizada às 18h30

PF prende cinco homens e apreende 110 quilos de maconha na Zona Sul de JF

Jorge Júnior
Repórter
maconha

Cinco pessoas foram presas em flagrante e 110 quilos de maconha foram apreendidos na noite da última quinta-feira, 5 de julho, na operação Caminho Novo II, desencadeada pela Polícia Federal (PF), na região Sul de Juiz de Fora (ver mapas).

Além disso, três veículos, oito celulares e R$ 2 mil também foram apreendidos durante a ação, que tem como principal objetivo combater o tráfico na região e identificar as rotas e quadrilhas que estão usando o município e as redondezas para abastecer a cidade, ou até mesmo utilizando Juiz de Fora como ponto de apoio, conforme explica o chefe da Delegacia da Polícia Federal, Cláudio Dornelas.

Segundo Dornelas, a PF acompanhou a chegada dos traficantes por cerca de 48 horas ininterruptas. "Eles [os traficantes] reuniram-se no interior de um shopping da Zona Sul, onde estavam entregando a droga, que estava escondida na lataria de uma caminhonete, com placa de Uberaba", diz o delegado.

Dornelas disse, ainda, que a droga tem origem paraguaia, passando pelo Mato Grosso do Sul e vindo para cidade, onde parte seria comercializada. O restante do entorpecente seguiria para o Rio de Janeiro. "Cerca de 80% da droga consumida no Brasil vem do Paraguai. Esse grupo é organizado e não é a primeira vez que eles escolhem a cidade para transportar a droga."

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Chefe do esquema

Um empresário carioca, 34 anos, seria o chefe do esquema. Junto com ele, estavam dois homens identificados como seus seguranças. Além deles, foram presos um motorista do Mato Grosso do Sul, que dirigia o carro onde estava a droga e o condutor de um outro automóvel, com placa de São Paulo. Eles também estariam envolvidos no esquema.

O delegado disse, ainda, que os traficantes tentaram fugir usando um dos carros, mas os policiais conseguiram usar uma viatura para obstruir a rua e impedir a fuga. A prisão foi efetuada por volta das 18h. "Estamos conseguindo mapear os traficantes. A cidade está se tornando subsidiária do tráfico de drogas. Parte da droga fica em Juiz de Fora e outra parte vai embora. Esses homens têm um poder aquisitivo bem grande e estariam lavando o dinheiro com compra de imóveis na região", afirma o delegado Humberto Brandão.

A estimativa é que a droga tenha o valor no atacado de R$ 250 mil. "Essa quantidade no varejo pode chegar a R$ 500 mil." Os homens estão no Ceresp à disposição da Justiça Estadual. Eles vão responder por tráfico de drogas, associação ao tráfico e tráfico interestadual de drogas. "O dinheiro apreendido era utilizado para os gastos próprios dos traficantes, pois o dinheiro da compra é pago por meio de transação bancária", explica.

Os textos são revisados por Mariana Benicá