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    No Calçadão, bloco contagia em busca de doadores de sangue

    Centenas de pessoas que caminhavam pela via pararam por alguns minutos para acompanhar a passagem do bloco

    Raphael Placido
    Repórter
    5/2/2013
    bloco

    Doar sangue no Hemominas, eu vou. Uma gota pela vida, eu dou. O seu sangue salva vidas, alô! Se liga nesse gesto de amor. Com esse refrão, o bloco Unidos pela Vida, do Hemocentro Regional de Juiz de Fora, desfilou pelo Calçadão da rua Halfeld, na manhã desta terça-feira, 5 de fevereiro. Além de contagiar quem passava pelo Centro, com a alegria dos componentes, o bloco alertou para a necessidade de se intensificar o fluxo de doadores de sangue nesta semana, já que é comum a queda no número de doação em feriados.

    A concentração no Parque Halfeld reuniu foliões de diversas gerações: desde os animados representantes do Pró-Idoso, aos adolescentes e jovens do Jovens Construindo a Cidadania (JCC) e da Ordem DeMolay. Também estavam presentes doadores e funcionários, a bateria da Juventude Imperial e a Associação dos Cegos. A eles se somaram vários curiosos, que acompanharam a festa até a esquina do Calçadão com a Batista de Oliveira.

    Necessidade de mais doações

    Segundo a responsável pelo setor de captação do Hemominas, Ana Eliza Alvim, para que se mantenha o estoque de sangue considerado ideal para a demanda, são necessários de cem a 150 doadores por dia. "É comum em todo feriado haver desmobilização na doação de sangue. Além disso, no Carnaval pode haver um aumento na demanda. É preciso manter o estoque", alerta.

    Podem doar sangue cidadãos com boa saúde, com idade entre 18 e 67 anos. Os candidatos devem pesar acima de 50 quilos e não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas. Quem contraiu hepatite antes dos 11 anos de idade ou tem doença de Chagas não pode doar.

    Conscientização popular

    Muitas pessoas que caminhavam pela via pararam por alguns minutos para acompanhar a passagem do bloco e ler os panfletos distribuídos pela fundação. Uma delas, foi Isaura Liguore. Encantada com a alegria dos participantes, ela prestigiou o evento até a passagem do último folião. "É muito bacana. Eu quase chorei. A alegria deles é muito contagiante, ainda mais por se tratar de um tema tão nobre. Eu nunca doei sangue porque era muito magra. Mas isso sensibiliza a gente. Dá vontade de ir correndo doar também", diz.

    Mobilização desde cedo

    Para o responsável pelos adolescentes do projeto JCC, cabo Ghedim, eventos como esse são importantes para, cada vez mais, conscientizar as pessoas para a necessidade da doação de sangue. "Nós trabalhamos com os jovens, as questões relacionadas à cidadania. A doação, esse gesto tão bonito, estimula a solidariedade. Muitos jovens já são doadores e estimulam os pais a fazerem o mesmo", explica.

    Jovens com 16 e 17 anos somente poderão se candidatar à doação de sangue com a presença dos responsáveis legais ou autorização deles com firma reconhecida em cartório, cujo modelo de autorização está disponível no site.

    Os textos são revisados por Juliana França

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