Quinta-feira, 25 de julho de 2013, atualizada às 18h56

Centro Pop intensifica ações voltadas para os moradores de rua

Eduardo Maia e Cíntia Charlene
Repórteres

A situação dos moradores de rua se torna ainda mais difícil no período do inverno, principalmente nestes dias em que uma massa de ar polar atua em Juiz de Fora, provocando recordes nas quedas de temperatura. Pensando nisso, a Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) tem ampliado o atendimento a esta população, intensificando o serviço de abordagem aos desabrigados.

A iniciativa faz parte das ações do Centro de Referência para a População de Rua (Centro Pop), e que nos últimos dias passou a atuar em locais estratégicos. "Trabalhamos com uma equipe composta por 18 profissionais, que  abordam as pessoas em situação de vulnerabilidade social e oferecem o serviço. O único mecanismo que usamos é por meio do convencimento. Em média, são feitas de 20 a 25 abordagens diárias', conta a responsável pelo setor de proteção especial da Amac, Alexandra Rossi de Oliveira.

O Centro Pop funciona como uma porta de entrada para o morador de rua. Assim, ao ser encaminhado para a unidade é efeito um cadastro do usuário, e a partir daí, são verificadas quais são as suas demandas. "O Centro oferece refeições, acompanhamento psicossocial, oficinas artísticas, artesanato, e outras atividades voltadas para a reinserção do morador na sociedade. Após a avaliação, ele poder ficar no centro, ou ainda ser encaminhado para o Núcleo do Cidadão de Rua, ou para a Casa da Cidadania. Em ambos os lugares eles podem passar a noite', revela.

Ajuda

Em média, cem cidadãos procuram o Centro para obterem ajuda, mas a grande parte ainda prefere ficar na rua. 'A grande maioria não quer ir porque nos lugares de acolhimento existem regras, e eles não querem cumpri-las. Como na rua não existem normas, e nos centros existem algumas a serem seguidas para que o serviço funcione, eles não aceitam."

Sobre o apoio da população, Alexandra esclarece que se as pessoas virem algum morador nestas condições que liguem para o número (32) 3690-7707 e acionem os profissionais, que posteriormente serão dirigidos ao local. 'É importante dizer a população que não ofereça esmolas e dinheiro a essas pessoas, pois assim, estarão reforçando esses indivíduos a ficarem nas ruas. Aqueles interessados em ajudar, que procurem as instituições que prestam auxílio a essas pessoas, ou os órgãos competentes, sejam eles públicos ou privados."

Apoio

O Centro recebe doações de roupas e móveis, que são voltadas diretamente para os moradores acolhidos. Aqueles que não puderem levar as doações ao local, podem solicitar que o centro busque. No mês de junho, a unidade realizou 2.957 atendimentos, com uma média diária de 98 acolhimentos. Em relação aos  primeiros seis meses do ano, foram mais de 15 mil atendimentos. O Centro Pop funciona na rua Oswaldo Veloso 190, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 23h, e aos finais de semana, das 8h às 18h.


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Quinta-feira, 25 de julho de 2013, atualizada às 18h56

Centro Pop intensifica ações voltadas para os moradores de rua

Eduardo Maia e Cíntia Charlene
Repórteres

A situação dos moradores de rua se torna ainda mais difícil no período do inverno, principalmente nestes dias em que uma massa de ar polar atua em Juiz de Fora, provocando recordes nas quedas de temperatura. Pensando nisso, a Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) tem ampliado o atendimento a esta população, intensificando o serviço de abordagem aos desabrigados.

A iniciativa faz parte das ações do Centro de Referência para a População de Rua (Centro Pop), e que nos últimos dias passou a atuar em locais estratégicos. "Trabalhamos com uma equipe composta por 18 profissionais, que  abordam as pessoas em situação de vulnerabilidade social e oferecem o serviço. O único mecanismo que usamos é por meio do convencimento. Em média, são feitas de 20 a 25 abordagens diárias', conta a responsável pelo setor de proteção especial da Amac, Alexandra Rossi de Oliveira.

O Centro Pop funciona como uma porta de entrada para o morador de rua. Assim, ao ser encaminhado para a unidade é efeito um cadastro do usuário, e a partir daí, são verificadas quais são as suas demandas. "O Centro oferece refeições, acompanhamento psicossocial, oficinas artísticas, artesanato, e outras atividades voltadas para a reinserção do morador na sociedade. Após a avaliação, ele poder ficar no centro, ou ainda ser encaminhado para o Núcleo do Cidadão de Rua, ou para a Casa da Cidadania. Em ambos os lugares eles podem passar a noite', revela.

Ajuda

Em média, cem cidadãos procuram o Centro para obterem ajuda, mas a grande parte ainda prefere ficar na rua. 'A grande maioria não quer ir porque nos lugares de acolhimento existem regras, e eles não querem cumpri-las. Como na rua não existem normas, e nos centros existem algumas a serem seguidas para que o serviço funcione, eles não aceitam."

Sobre o apoio da população, Alexandra esclarece que se as pessoas virem algum morador nestas condições que liguem para o número (32) 3690-7707 e acionem os profissionais, que posteriormente serão dirigidos ao local. 'É importante dizer a população que não ofereça esmolas e dinheiro a essas pessoas, pois assim, estarão reforçando esses indivíduos a ficarem nas ruas. Aqueles interessados em ajudar, que procurem as instituições que prestam auxílio a essas pessoas, ou os órgãos competentes, sejam eles públicos ou privados."

Apoio

O Centro recebe doações de roupas e móveis, que são voltadas diretamente para os moradores acolhidos. Aqueles que não puderem levar as doações ao local, podem solicitar que o centro busque. No mês de junho, a unidade realizou 2.957 atendimentos, com uma média diária de 98 acolhimentos. Em relação aos  primeiros seis meses do ano, foram mais de 15 mil atendimentos. O Centro Pop funciona na rua Oswaldo Veloso 190, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 23h, e aos finais de semana, das 8h às 18h.


Quinta-feira, 25 de julho de 2013, atualizada às 18h56

Centro Pop intensifica ações voltadas para os moradores de rua

Eduardo Maia e Cíntia Charlene
Repórteres

A situação dos moradores de rua se torna ainda mais difícil no período do inverno, principalmente nestes dias em que uma massa de ar polar atua em Juiz de Fora, provocando recordes nas quedas de temperatura. Pensando nisso, a Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) tem ampliado o atendimento a esta população, intensificando o serviço de abordagem aos desabrigados.

A iniciativa faz parte das ações do Centro de Referência para a População de Rua (Centro Pop), e que nos últimos dias passou a atuar em locais estratégicos. "Trabalhamos com uma equipe composta por 18 profissionais, que  abordam as pessoas em situação de vulnerabilidade social e oferecem o serviço. O único mecanismo que usamos é por meio do convencimento. Em média, são feitas de 20 a 25 abordagens diárias', conta a responsável pelo setor de proteção especial da Amac, Alexandra Rossi de Oliveira.

O Centro Pop funciona como uma porta de entrada para o morador de rua. Assim, ao ser encaminhado para a unidade é efeito um cadastro do usuário, e a partir daí, são verificadas quais são as suas demandas. "O Centro oferece refeições, acompanhamento psicossocial, oficinas artísticas, artesanato, e outras atividades voltadas para a reinserção do morador na sociedade. Após a avaliação, ele poder ficar no centro, ou ainda ser encaminhado para o Núcleo do Cidadão de Rua, ou para a Casa da Cidadania. Em ambos os lugares eles podem passar a noite', revela.

Ajuda

Em média, cem cidadãos procuram o Centro para obterem ajuda, mas a grande parte ainda prefere ficar na rua. 'A grande maioria não quer ir porque nos lugares de acolhimento existem regras, e eles não querem cumpri-las. Como na rua não existem normas, e nos centros existem algumas a serem seguidas para que o serviço funcione, eles não aceitam."

Sobre o apoio da população, Alexandra esclarece que se as pessoas virem algum morador nestas condições que liguem para o número (32) 3690-7707 e acionem os profissionais, que posteriormente serão dirigidos ao local. 'É importante dizer a população que não ofereça esmolas e dinheiro a essas pessoas, pois assim, estarão reforçando esses indivíduos a ficarem nas ruas. Aqueles interessados em ajudar, que procurem as instituições que prestam auxílio a essas pessoas, ou os órgãos competentes, sejam eles públicos ou privados."

Apoio

O Centro recebe doações de roupas e móveis, que são voltadas diretamente para os moradores acolhidos. Aqueles que não puderem levar as doações ao local, podem solicitar que o centro busque. No mês de junho, a unidade realizou 2.957 atendimentos, com uma média diária de 98 acolhimentos. Em relação aos  primeiros seis meses do ano, foram mais de 15 mil atendimentos. O Centro Pop funciona na rua Oswaldo Veloso 190, no Centro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 23h, e aos finais de semana, das 8h às 18h.