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    Quarta-feira, 12 de março de 2008, atualizada às 15h40

    Núcleo de estudos afro-brasileiros deve ser lançado em meados de abril na cidade



    Renata Solano
    *Colaboração

    Com o intuito de ampliar e institucionalizar, no meio acadêmico, o debate sobre as questões étnico-raciais, e desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão voltadas para a mesma temática, o Conselho de Graduação (Congrad) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) aprovou a criação do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab). A data ainda não foi definida, mas o projeto de lançamento oficial do núcleo está previsto para meados de abril.

    Segundo o coordenador da proposta, Eduardo Magrone, trata-se de um núcleo acadêmico dedicado ao âmbito da questão étnico-racial brasileira, particularmente no que se refere à população afro-descendente no município e na micro-região de Juiz de Fora. "O racismo e a discriminação no Brasil são silenciosos, por isso acreditamos que um núcleo como este pode ser importante para contribuir na democracia do país", comenta.

    A fim de contribuir para a inclusão social e o combate à discriminação e à exclusão social, de base étnica e racial, da população negra, o NEAD-UFJF vai trabalhar fundamentado em dois tipos de ação: a primeira é o atendimento a população negra combatendo a discriminação, a segunda tem a finalidade de difundir a cultura negra e sua importância dentro da comunidade acadêmica, mas também entre a população da cidade.

    *Renata Solano é estudante de Comunicação Social da UFJF



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