• Assinantes
  • Autenticação
  • Educação

    Quinta-feira, 29 de maio de 2008, atualizada às 16h18

    Aprovada lei que proíbe o uso do quadro negro e do giz à base de óxido de cálcio em escolas da rede municipal



    Priscila Magalhães
    Repórter

    O Legislativo aprovou na última quarta-feira, dia 28 de maio, a lei 11.581 que proíbe o uso de giz à base de óxido de cálcio nas escolas da rede municipal, de Juiz de Fora. A partir do dia 1º de janeiro de 2009, os quadros negros devem ser substituídos pelos brancos e o giz pelo pincel atômico.

    A lei foi proposta pelo vereador José Emanuel (PSC) e tem o objetivo de preservar a saúde dos professores. Para o coordenador-geral do Sindicato dos Professores de Juiz de Fora (Sinpro), Roberto Cupolilo, a lei vem atender a uma discussão antiga dos professores. "O giz é um artefato usado há milênios", coloca. Alergias e doenças respiratórias, nos professores, estão relacionadas ao uso do giz.

    O sindicato comemora a aprovação da lei, mas concorda que ela é apenas o primeiro passo, já que o número de quadros a serem trocados nas escolas é grande. "Com a lei aprovada, o sindicato passa a cobrar", garante.

    Conheça nossos planos e serviços

    (32) 2101-2000

    A melhor internet está aqui!

    Conteúdo Recomendado

    Envie Sua Notícia

    Se você possui sugestões de pauta, flagrou algum fato curioso ou irregular, envie-nos um WhatsApp

    +55 32 99915-7720

    Comentários

    Ao postar comentários o internauta concorda com os termos de uso e responsabilidade do site.