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      Estudantes da UFJF voltam a ter almoço no campus Restaurante Universitário e cantinas voltam a servir almoço
    e jantar para alunos e funcionários

    Pablo Cordeiro
    Colaboração*
    4/8/2009

    Com o início das aulas do segundo semestre, alunos, servidores e professores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) poderão almoçar e jantar novamente no campus universitário, a preços populares: R$ 1,40 para estudantes e R$ 2 para funcionários. As obras de reforma e ampliação do Restaurante Universitário (RU) e o processo de licitação das sete cantinas da instituição estão parcialmente concluídos e os estabelecimentos aptos para o uso.
     
    As obras no RU mantiveram interrompidas as atividades no local por mais de um semestre letivo, visto que os preparativos começaram em fevereiro de 2008. A primeira fase da construção, que compreendeu a reforma do galpão, estruturação do telhado e obras do anexo, foi concluída, e os alunos já poderão utilizar normalmente o refeitório. O reitor da UFJF, Henrique Duque, destaca os pontos positivos do empreendimento. “É um avanço almejado na atual administração conseguir realizar o RU amplo, moderno, com segurança e com capacidade excelente. Sem dúvida é o maior e melhor restaurante universitário do país,” afirma Duque.

    Segundo a engenheira responsável pela construção, Cristina Ciampi, a obra é grande e  sempre esteve dentro do cronograma. Além da reforma, também serão construídos um reservatório de água, estacionamento e área de descarregamento. Cristina acrescenta que a próxima etapa será a entrega da cozinha e a chegada dos novos equipamentos ainda para outubro ou novembro. No início de 2010, o projeto deve estar completo, com duas entradas, duas copas, três catracas, seis rampas de acesso e os 1.316 lugares, número cinco vezes maior que a capacidade do restaurante antigo.

    Umas das coordenadoras gerais do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Fabíola Paulino da Silva, ressalta que “é fundamental que o serviço esteja dentro do campus para não prejudicar os horários de aula e evitar que os estudantes até deixem de almoçar.” No entanto, a aluna de ciências sociais se lembra das inúmeras reclamações que o Diretório recebeu e enfatiza, que a insatisfação continua até que a comida seja preparada pelos funcionários da Universidade e não por uma empresa terceirizada.

    Almoço também nas cantinas

    Além do RU, as sete cantinas em torno do campus universitário também voltam a servir refeições. Segundo o assessor do gabinete da reitoria e integrante da comissão que avaliou as propostas de licitação para as cantinas, Wagner de Souza Campos, o convênio das cantinas com a Universidade já estava ilegal desde 2006, quando o Tribunal de Contas da União determinou que só se poderia manter o serviço caso fosse aberta uma licitação para todo o RU”, explica.

    A diferença no funcionamento das cantinas é que elas não aceitarão mais o tíquete do restaurante como pagamento. O preço das refeições pode variar de acordo com cada empresa, mas a Universidade fixa um teto máximo de R$ 7. Na visão de Wagner Campos, o balanço foi positivo. “As cantinas nunca foram licitadas, com exceção do estabelecimento da Faculdade de Odontologia, em 2006, e agora que funcionam sob acordo formal, a Universidade terá retorno financeiro dos aluguéis”, observa. A partir dos instrumentos jurídicos, a instituição poderá cobrar por higiene, padronização, qualidade alimentícia, atendimento, funcionários capacitados e índice de acordo com os exigidos pela vigilância sanitária.

    A aluna de comunicação social Marina Vidal conta que mesmo sem aceitar o tíquete do RU, as refeições nas cantinas são positivas. “Elas ajudam os alunos que têm o tempo corrido e precisam se alimentar rapidamente.” Ela também observa que, como os novos donos estão assumindo, “a qualidade da comida deve ser superior para agradar os clientes.” Outra estudante de comunicação social, Natalie Guimarães, que almoçava no campus de duas a três vezes por semana desde que começou o curso há três anos, também concorda que a variedade de pontos é fundamental. “Sem dúvida é uma facilidade o preço acessível e as várias cantinas,” comenta.

    As cantinas funcionam no Instituto de Ciências Exatas (ICE), no Instituto de Ciências Biológicas (ICB), no Centro de Ciências da Saúde (CCS), no Instituto de Ciências Humanas (ICH), na Faculdade de Engenharia, na Faculdade de Direito e na Faculdade de Educação. Esta última é novidade para os alunos. O prazo de permissão de uso do espaço público será de três anos, podendo expandir-se até cinco.

    *Pablo Cordeiro é estudante do 9º período de Comunicação Social da UFJF

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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