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    Terça-feira, 12 de junho de 2012, atualizada às 17h40

    Professores municipais instauram ação de improbidade administrativa contra prefeito de Juiz de Fora

    Jorge Júnior
    Repórter
    professores

    Os professores da rede municipal de ensino do município de Juiz de Fora protocolaram duas petições solicitando a instauração de ação de improbidade administrativa na Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e na Coordenadoria das Promotorias, contra o prefeito Custódio Mattos. A ação foi registrada na tarde desta terça-feira, 12 de junho, após assembleia da categoria, que saiu em protesto pela avenida Rio Branco, parando em frente à Câmara Municipal.

    Enquanto alguns representantes do Sindicato dos Professores de Juiz de Fora (Sinpro-JF) davam entrada com a documentação, outros profissionais faziam uma manifestação com faixas e apitos na rua Santo Antônio, retendo parte da via. De acordo com o diretor da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Oleg Abramov, a categoria se reuniu em frente à Câmara e seguiu para a frente do prédio do Ministério Público (MP). "Fizemos um requerimento contra o Custódio, por descumprimento da lei do Piso Salarial Nacional, que é de 2008 e, até agora, a Prefeitura não cumpre", diz o coordenador-geral do Sinpro-JF, Flávio Bitarello.

    Segundo ele, é o que a categoria pode fazer contra o atual gestor da cidade. "Ele se nega a aplicar a lei. Agora, esperamos uma ação contundente do Ministério Público", afirma Bitarello, acrescentando que "é uma situação criada pela Prefeitura, que se nega a negociar com a classe."

    Além disso, Abramov alega que as negociações salariais dos professores não avançam. "Queremos o impeachment do Custódio. Não podemos esperar até o fim da administração. Ou acabamos com a gestão dele [Custódio Mattos], ou ele acaba com Juiz de Fora." Outras manifestações estão marcadas. Na próxima quinta-feira, 21 de junho, os professores vão se reunir no bairro Benfica, às 9h30 e às 15h30. "Serão feitas ações regionais para dialogar com a comunidade a respeito do problema", diz Bitarello. O Sinpro-JF promete convocar nova assembleia, caso não haja avanços nas negociações até o dia 28. Nesta terça-feira, os profissionais estavam com as atividades paralisadas.

    No entanto, a Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SARH), por meio de sua assessoria, afirmou que realmente as negociações ainda não avançaram e que vai aguardar a reunião marcada para esta quinta-feira, 14, entre a Prefeitura e o Sinpro-JF, para comentar o caso. O encontro ainda não tem um horário definido.

    Os textos são revisados por Mariana Benicá

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