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    Quarta-feira, 11 de junho de 2014, atualizada às 18h e às 11h, desta quinta, 12

    Professores municipais continuam em greve em Juiz de Fora

    professores

    Os professores municipais de Juiz de Fora decidiram, em assembleia, na tarde desta quarta-feira, 11 de junho, pela permanência da greve, que já dura 22 dias na cidade. O movimento, que foi deflagrado no dia 21 de maio ainda não avançou segundo a categoria. Após o encontro, os manifestantes saíram do Pró-Música e seguiram para o Parque Halfeld, onde fizeram um protesto em frente à Câmara Municipal.

    Segundo o presidente do Sindicato dos Professores (Sinpro-JF), Flávio Bitarello, o principal ponto da pauta que está em questionamento é a "jornada de trabalho do secretário escolar, quem tem direito de ser enquadrado na Lei do Piso, segundo o nosso entendimento." Além disso, a classe solicita a criação de uma comissão mista, com o Sinpro-Jf, professores e a Prefeitura. "Queremos elaborar um estudo, além de discutir o pagamento dos 1,82%, para se chegar ao índice de 8,32%, aplicado pelo Ministério da Educação (MEC)", diz.

    Entre apitos e cartazes, o presidente da Câmara, vereador Julio Gasparette (PMDB), atendeu os professores no gabinete e afirmou que foi marcada uma reunião com o prefeito Bruno Siqueira. "Vamos fazer uma convocação com todos os vereadores para a reunião com o prefeito na próxima segunda-feira [15 de junho]. Após esse encontro, vamos convocar o Sindicato para passar o que foi decidido." A reunião será às 10h. Os professores voltam a se reunir também na segunda, às 15h

    Pauta

    Os professores pedem reajuste de 8,32%, correspondente à atualização nacional do piso salarial, feita pelo Ministério da Educação (MEC). Outra reivindicação é o pagamento de R$ 1.657,42 para todos os profissionais que trabalham até 40 horas semanais.

    Em nota, a Prefeitura esclareceu que "A Secretaria de Educação (SE) da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) garante que não haverá prejuízos ao processo de aprendizagem dos estudantes, em função da greve do magistério local. Em reunião do Conselho Municipal de Educação (CME), na tarde desta quarta-feira, 11, os conselheiros aprovaram que o órgão fará a fiscalização das atividades nas escolas durante a reposição das aulas. Desta forma, os dias paralisados serão repostos no período correspondente, com seu conteúdo curricular integral. 

    Com estas medidas, o município vai garantir que seja cumprida a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB - Lei 9.394/96), artigo 24, inciso I, que determina a carga horária mínima anual obrigatória de 200 dias letivos e de 800 horas.

    Segundo levantamento da SE, mais de 40% dos profissionais já retornaram às salas de aula. Na reorganização do calendário escolar, poderão ser utilizados para reposição os sábados não letivos e dias de recessos. O funcionamento das escolas neste período deverá também ser acompanhado pela SE, colegiados escolares, comunidade atendida e Câmara Municipal, por meio da Comissão de Educação."

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