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    Quarta-feira, 25 de julho de 2007, atualizada às 13h50

    Professores e pesquisadores de pós-graduação podem se inscrever para intercâmbio na Argentina


    Guilherme Arêas
    *Colaboração

    Professores e pesquisadores ligados a programas de pós-graduação de instituições de ensino superior do Brasil podem se inscrever para o intercâmbio acadêmico na Argentina. As inscrições vão até o dia 31 de julho e os programas de pós-graduação devem ter sido avaliados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), preferencialmente, conceitos 5, 6 ou 7.

    De acordo com a Assessoria de Cooperação Internacional da Capes, nas próximas edições, o programa pretende focar as áreas das engenharias, embora sem deixar de atender às demais. A agência está integrada ao Programa Inova Engenharia, que reúne 17 instituições e órgãos federais, ao Programa de Modernização das Engenharias e à Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (Pitce) do governo federal.

    O programa de intercâmbio é uma parceria da Capes com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva (SECyT), do Ministério de Educação, Ciência e Tecnologia da Argentina.

    Criado em 1998, para fortalecer o intercâmbio de pesquisadores brasileiros e argentinos em todas as áreas do conhecimento, o Programa Capes-SECyT já financiou 132 projetos, dos quais 36 estão em execução atualmente. O Capes-SECyT concede bolsas de estudos, em nível de doutorado-sanduíche e pós-doutorado, além de apoio financeiro para diárias, material de consumo e aquisição de passagens aéreas para professores e alunos.

    Mais uma parceria

    A relação acadêmica entre Brasil e Argentina dá mais um passo na busca da integração entre os países. Doutorandos brasileiros e argentinos terão título reconhecido automaticamente em ambas as nações.

    Pelo acordo, firmado entre a Capes e a Secretaria de Políticas Universitárias da Argentina, estudantes brasileiros podem completar seu doutorado em cursos selecionados de universidades da Argentina e bolsistas daquele país virão para instituições brasileiras para cursos recomendados pela Capes.

    O primeiro edital deve beneficiar as áreas das engenharias e ciências da computação. Os candidatos devem estar inscritos na universidade de origem no primeiro ano de tese e vão ter dupla orientação. A seleção dos estudantes vai respeitar a regulamentação adotada pela universidade hospedeira, sendo submetida para aprovação a cada país parceiro.

    Mais detalhes da seleção ainda vão ser definidos pelas duas instituições parceiras. O novo acordo será assinado no final de agosto.

    Fonte: MEC e Capes

    *Guilherme Arêas é estudante de Jornalismo na UFJF

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