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    Pan reafirma necessidade de investimento no esporte de JFPara o secretário de Esporte e Lazer, o fato da delegação local ter ficado em quinto lugar no quadro de medalhas demonstra falta de investimento

    Aline Furtado
    Repórter
    30/8/2010

    Idioma da Espanha

    Depois de sete dias de disputas, com a realização de partidas de vôlei, basquete, handebol e futebol, além das provas de natação e de atletismo, a primeira edição dos Jogos Pan-americanos Escolares foi encerrada no último domingo, 29 de agosto.

    Para o secretário de Esporte e Lazer (SEL), Renato Miranda, a realização do evento na cidade mostrou que Juiz de Fora necessita de mais investimento no esporte. A conclusão foi definida em função do rendimento dos atletas locais em comparação com as equipes nacionais.

    Com um total de 155 integrantes em sua delegação, os atletas representantes do Brasil I, vindos de vários Estados do país, tiveram destaque nos Jogos, ficando em primeiro lugar no quadro de medalhas, com 64 no total, sendo 30 ouros, 23 pratas e 11 bronzes.

    Já o Brasil II, delegação representada por atletas locais, com mesmo número de integrantes que o Brasil I, ou seja, 155, ficou em quinta posição no quadro de medalhas, tendo conquistado dois ouros, nove pratas e seis bronzes, totalizando 17.

    Para o secretário, embora o desempenho do esporte local tenha sido positivo, a diferença do número de premiações entre Brasil I e Brasil II revela um cenário que precisa ser mudado. "Tivemos bons resultados, como foi o caso do rendimento das equipes de vôlei, tanto masculina quanto feminina. Mas é fato que necessitamos de mais investimentos, que devem vir de toda a comunidade esportiva. Só assim criaremos mais oportunidades para nossos atletas."

    Expectativas superadas

    De acordo com Miranda, o evento superou as expectativas. "Esta foi uma ação de Juiz de Fora, já que, além de a organização ter cumprido aquilo a que se propôs, recebemos apoio de toda a cidade, o que inclui mídia, instituições escolares, entre outras entidades."

    Segundo o secretário, não foram registradas ocorrências graves, o que representava um risco, visto se tratar de um evento de grandes proporções. "Além disso, a parte cultural foi muito bem aceita pelos atletas das delegações estrangeiras. O que tivemos foi uma grande oportunidade de intercâmbio cultural", comemora Miranda.

    Entre as dificuldades apontadas por ele estão as relacionadas à logística, como o transporte dos atletas da Guatemala, do Paraguai, de Porto Rico e da Colômbia do Rio de Janeiro até Juiz de Fora; o transporte dos competidores na cidade; além de possíveis problemas decorrentes da coordenação entre os horários de alimentações e das partidas. "Estas dificuldades já eram previstas, mas deu tudo certo."

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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