Matheus Brum Matheus Brum 16/03/2015

As duras penas do Galo

tupiCaro internauta (a), bem vindo (a) a esse novo espaço, onde espero levar a você boas discussões para refletirmos sobre situações variadas do esporte no Brasil e no mundo. Para abrir esse novo espaço, nada melhor do que começar falando sobre a principal esperança esportiva de Juiz de Fora, o Tupi Football Club.

Dois mil e quatorze foi um ano do "quase". Quase se conseguiu a classificação para as semifinais do Campeonato Mineiro, e quase conseguiu o inédito acesso à Série B do Campeonato Brasileiro. Por conta desses resultados expressivos no cenário estadual e nacional, muitas pessoas esperavam por um time competitivo para esse ano, que pudesse cumprir os objetivos que no ano passado passaram entre os nossos dedos. Uma nova comissão técnica foi contratada, houve uma mudança completa no elenco carijó, só que no campo e bola, vimos um time completamente diferente do que nos habituamos na reta final da Terceira Divisão.

Atualmente, o Galo Carijó encontra-se na sétima colocação, com dez pontos, a seis pontos da Zona do Rebaixamento e do G-4 do Mineiro. Você internauta, que não está habituado a assistir o Galo no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, pode achar que é uma campanha razoável, pelo fato do time se encontrar no meio da tabela. Porém, não é. O time é medíocre e o treinador que o comanda também. O Alvinegro entrou em campo nove vezes nessa temporada. Só jogou bem em uma partida, contra o Alecrim-RN, pela primeira rodada da Copa do Brasil. No entanto, essa partida não pode ser colocada em um pedestal, pelo fato do time do Rio Grande do Norte ser muito mais fraco e de praticamente não ter tido torcedores no Estádio Nazarenão. Nas partidas pelo Estadual, tanto dentro quanto fora de casa, o que se viu foi um show de horrores, com a "cereja estragada" do bolo sendo o lance da falta do Marco Goiano contra o Boa Esporte na última quarta-feira.

Glaysson é Hors concous no gol. A defesa bate cabeça o tempo todo. Sílvio e Maílson tem a mesma característica. Eles são os zagueiros da sobra, aquele que vai tentar parar o atacante adversário quando todo o time tiver sido deixado para trás. Dois jogadores nesse estilo não dão certo juntos. A entrada do Fabrício Soares dá uma melhorada na situação, já que ele consegue sair um pouco da área para jogar com os laterais e com os meio campistas. Nas laterais, a situação é um pouco melhor, Osmar é um lateral direito responsável, que sabe a hora de subir para o ataque e também quando tem que dar uma segurada na defesa. Pela esquerda, Fabrício Soares foi improvisado várias vezes, mas era perceptível o seu desconforto com a posição. Se o Thiaguinho está no elenco e é lateral esquerdo de ofício, porque não colocá-lo? Essas improvisações são o grande mal do futebol. Dificilmente um zagueiro vai ser um bom lateral. Zagueiro não sabe fazer uma tabela, zagueiro não sabe driblar um marcador, zagueiro não sabe cruzar! Pelo menos nas últimas partidas o Felipe Surian desfez essa tática de "Professor Pardal" e colocou o Fabrício na zaga e deixou o Thiaguinho da esquerda. Isso refletiu uma melhora no sistema defensivo.

O meio de campo não sabe sair jogando. O experiente Genalvo só sabe marcar, dar um passe de três metros é quase impossível para ele, pelo menos é voluntarioso e coloca o "coração na ponta da chuteira". E o que dizer do Noé? Marca mais ou menos, mas não consegue dar um passe de três metros. Bruno Arrabal é o que melhor consegue fazer essa função de marcar e ter qualidade técnica para sair jogando. Na frente, Marco Goiano é o "Ganso" de Juiz de Fora. Não se movimenta, erra todos os lançamentos e acha que vai conseguir colocar o atacante na cara do gol apenas com um "tapa".

No ataque, Rafael Assis se movimenta, tenta o drible, mas precisa de mais maturidade, precisa saber a hora de cansar o lateral para conseguir vantagem aos finais das partidas. No comando de ataque, Daniel Morais tem uma luta inglória, ao ter que resolver sozinho todos os problemas do ataque. Normalmente a bola não chega para ele, já que o time não é compacto. Esse é o grande problema do técnico Felipe Surian: o time não está entrosado! Os jogadores não sabem para quem tocar porque o time joga muito espaçado. O meio de campo é muito separado do ataque, obrigando os zagueiros ou os volantes defensivos a darem chutões em busca da velocidade do Rafael ou do pivô do Daniel Morais. Algumas vezes funciona, mas não é bom contar com a sorte no futebol.

Ontem a equipe bateu o Villa Nova por três a zero. Um jogo sofrível, mas em que o time demonstrou raça ao jogar com um a menos em oitenta minutos de jogo. Se não tem técnica vai na raça. O torcedor quer é a vitória, e na atual situação podemos abdicar um pouco do futebol bem jogado para irmos em busca apenas do resultado para não cair. Surian, odeio treinadores que deixam o futebol de lado apenas para buscar os três pontos, mas na atual circunstância eu abro essa brecha para você. Espero que na Série C seja diferente, porque do jeito que está iremos sofrer até o final do ano. Só um porém, sua desculpa sobre os fechamentos dos treinos não me convenceu. Ir a público falar quando o time vence dentro de casa é fácil, queria saber se a sua atitude e a dos jogadores seriam a mesma se tivéssemos um revés no jogo de ontem. Agora é esperar a partida contra o Mamoré em Patos de Minas para que o "Fantasma" do rebaixamento fique para trás.

Outro destaque

Estreia dos brasileiros na F-1 foi sensacional. Felipe Massa em quarto com a Willians e Felipe Nasr em quinto na estreia com um carro fraco da Sauber, se tornando o brasileiro com a melhor estreia na história da categoria, superando lendas como Senna, Piquet e Fittipaldi. Tomara que seja o início de uma grande temporada para os tupiniquins. F-1 sem o Brasil não é F-1, já que somos o terceiro país com mais títulos na principal categoria do automobilismo mundial.


Matheus Brum é Nascido e criado em Juiz de Fora. Jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora e, desde criança é apaixoado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é escritor do blog Entre Ternos e Chuteiras, estagiário da Rádio CBN Juiz de Fora e editor do programa Mosaico.

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Matheus Brum Matheus Brum 16/03/2015

As duras penas do Galo

tupiCaro internauta (a), bem vindo (a) a esse novo espaço, onde espero levar a você boas discussões para refletirmos sobre situações variadas do esporte no Brasil e no mundo. Para abrir esse novo espaço, nada melhor do que começar falando sobre a principal esperança esportiva de Juiz de Fora, o Tupi Football Club.

Dois mil e quatorze foi um ano do "quase". Quase se conseguiu a classificação para as semifinais do Campeonato Mineiro, e quase conseguiu o inédito acesso à Série B do Campeonato Brasileiro. Por conta desses resultados expressivos no cenário estadual e nacional, muitas pessoas esperavam por um time competitivo para esse ano, que pudesse cumprir os objetivos que no ano passado passaram entre os nossos dedos. Uma nova comissão técnica foi contratada, houve uma mudança completa no elenco carijó, só que no campo e bola, vimos um time completamente diferente do que nos habituamos na reta final da Terceira Divisão.

Atualmente, o Galo Carijó encontra-se na sétima colocação, com dez pontos, a seis pontos da Zona do Rebaixamento e do G-4 do Mineiro. Você internauta, que não está habituado a assistir o Galo no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, pode achar que é uma campanha razoável, pelo fato do time se encontrar no meio da tabela. Porém, não é. O time é medíocre e o treinador que o comanda também. O Alvinegro entrou em campo nove vezes nessa temporada. Só jogou bem em uma partida, contra o Alecrim-RN, pela primeira rodada da Copa do Brasil. No entanto, essa partida não pode ser colocada em um pedestal, pelo fato do time do Rio Grande do Norte ser muito mais fraco e de praticamente não ter tido torcedores no Estádio Nazarenão. Nas partidas pelo Estadual, tanto dentro quanto fora de casa, o que se viu foi um show de horrores, com a "cereja estragada" do bolo sendo o lance da falta do Marco Goiano contra o Boa Esporte na última quarta-feira.

Glaysson é Hors concous no gol. A defesa bate cabeça o tempo todo. Sílvio e Maílson tem a mesma característica. Eles são os zagueiros da sobra, aquele que vai tentar parar o atacante adversário quando todo o time tiver sido deixado para trás. Dois jogadores nesse estilo não dão certo juntos. A entrada do Fabrício Soares dá uma melhorada na situação, já que ele consegue sair um pouco da área para jogar com os laterais e com os meio campistas. Nas laterais, a situação é um pouco melhor, Osmar é um lateral direito responsável, que sabe a hora de subir para o ataque e também quando tem que dar uma segurada na defesa. Pela esquerda, Fabrício Soares foi improvisado várias vezes, mas era perceptível o seu desconforto com a posição. Se o Thiaguinho está no elenco e é lateral esquerdo de ofício, porque não colocá-lo? Essas improvisações são o grande mal do futebol. Dificilmente um zagueiro vai ser um bom lateral. Zagueiro não sabe fazer uma tabela, zagueiro não sabe driblar um marcador, zagueiro não sabe cruzar! Pelo menos nas últimas partidas o Felipe Surian desfez essa tática de "Professor Pardal" e colocou o Fabrício na zaga e deixou o Thiaguinho da esquerda. Isso refletiu uma melhora no sistema defensivo.

O meio de campo não sabe sair jogando. O experiente Genalvo só sabe marcar, dar um passe de três metros é quase impossível para ele, pelo menos é voluntarioso e coloca o "coração na ponta da chuteira". E o que dizer do Noé? Marca mais ou menos, mas não consegue dar um passe de três metros. Bruno Arrabal é o que melhor consegue fazer essa função de marcar e ter qualidade técnica para sair jogando. Na frente, Marco Goiano é o "Ganso" de Juiz de Fora. Não se movimenta, erra todos os lançamentos e acha que vai conseguir colocar o atacante na cara do gol apenas com um "tapa".

No ataque, Rafael Assis se movimenta, tenta o drible, mas precisa de mais maturidade, precisa saber a hora de cansar o lateral para conseguir vantagem aos finais das partidas. No comando de ataque, Daniel Morais tem uma luta inglória, ao ter que resolver sozinho todos os problemas do ataque. Normalmente a bola não chega para ele, já que o time não é compacto. Esse é o grande problema do técnico Felipe Surian: o time não está entrosado! Os jogadores não sabem para quem tocar porque o time joga muito espaçado. O meio de campo é muito separado do ataque, obrigando os zagueiros ou os volantes defensivos a darem chutões em busca da velocidade do Rafael ou do pivô do Daniel Morais. Algumas vezes funciona, mas não é bom contar com a sorte no futebol.

Ontem a equipe bateu o Villa Nova por três a zero. Um jogo sofrível, mas em que o time demonstrou raça ao jogar com um a menos em oitenta minutos de jogo. Se não tem técnica vai na raça. O torcedor quer é a vitória, e na atual situação podemos abdicar um pouco do futebol bem jogado para irmos em busca apenas do resultado para não cair. Surian, odeio treinadores que deixam o futebol de lado apenas para buscar os três pontos, mas na atual circunstância eu abro essa brecha para você. Espero que na Série C seja diferente, porque do jeito que está iremos sofrer até o final do ano. Só um porém, sua desculpa sobre os fechamentos dos treinos não me convenceu. Ir a público falar quando o time vence dentro de casa é fácil, queria saber se a sua atitude e a dos jogadores seriam a mesma se tivéssemos um revés no jogo de ontem. Agora é esperar a partida contra o Mamoré em Patos de Minas para que o "Fantasma" do rebaixamento fique para trás.

Outro destaque

Estreia dos brasileiros na F-1 foi sensacional. Felipe Massa em quarto com a Willians e Felipe Nasr em quinto na estreia com um carro fraco da Sauber, se tornando o brasileiro com a melhor estreia na história da categoria, superando lendas como Senna, Piquet e Fittipaldi. Tomara que seja o início de uma grande temporada para os tupiniquins. F-1 sem o Brasil não é F-1, já que somos o terceiro país com mais títulos na principal categoria do automobilismo mundial.


Matheus Brum é Nascido e criado em Juiz de Fora. Jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora e, desde criança é apaixoado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é escritor do blog Entre Ternos e Chuteiras, estagiário da Rádio CBN Juiz de Fora e editor do programa Mosaico.

Matheus Brum Matheus Brum 16/03/2015

As duras penas do Galo

tupiCaro internauta (a), bem vindo (a) a esse novo espaço, onde espero levar a você boas discussões para refletirmos sobre situações variadas do esporte no Brasil e no mundo. Para abrir esse novo espaço, nada melhor do que começar falando sobre a principal esperança esportiva de Juiz de Fora, o Tupi Football Club.

Dois mil e quatorze foi um ano do "quase". Quase se conseguiu a classificação para as semifinais do Campeonato Mineiro, e quase conseguiu o inédito acesso à Série B do Campeonato Brasileiro. Por conta desses resultados expressivos no cenário estadual e nacional, muitas pessoas esperavam por um time competitivo para esse ano, que pudesse cumprir os objetivos que no ano passado passaram entre os nossos dedos. Uma nova comissão técnica foi contratada, houve uma mudança completa no elenco carijó, só que no campo e bola, vimos um time completamente diferente do que nos habituamos na reta final da Terceira Divisão.

Atualmente, o Galo Carijó encontra-se na sétima colocação, com dez pontos, a seis pontos da Zona do Rebaixamento e do G-4 do Mineiro. Você internauta, que não está habituado a assistir o Galo no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, pode achar que é uma campanha razoável, pelo fato do time se encontrar no meio da tabela. Porém, não é. O time é medíocre e o treinador que o comanda também. O Alvinegro entrou em campo nove vezes nessa temporada. Só jogou bem em uma partida, contra o Alecrim-RN, pela primeira rodada da Copa do Brasil. No entanto, essa partida não pode ser colocada em um pedestal, pelo fato do time do Rio Grande do Norte ser muito mais fraco e de praticamente não ter tido torcedores no Estádio Nazarenão. Nas partidas pelo Estadual, tanto dentro quanto fora de casa, o que se viu foi um show de horrores, com a "cereja estragada" do bolo sendo o lance da falta do Marco Goiano contra o Boa Esporte na última quarta-feira.

Glaysson é Hors concous no gol. A defesa bate cabeça o tempo todo. Sílvio e Maílson tem a mesma característica. Eles são os zagueiros da sobra, aquele que vai tentar parar o atacante adversário quando todo o time tiver sido deixado para trás. Dois jogadores nesse estilo não dão certo juntos. A entrada do Fabrício Soares dá uma melhorada na situação, já que ele consegue sair um pouco da área para jogar com os laterais e com os meio campistas. Nas laterais, a situação é um pouco melhor, Osmar é um lateral direito responsável, que sabe a hora de subir para o ataque e também quando tem que dar uma segurada na defesa. Pela esquerda, Fabrício Soares foi improvisado várias vezes, mas era perceptível o seu desconforto com a posição. Se o Thiaguinho está no elenco e é lateral esquerdo de ofício, porque não colocá-lo? Essas improvisações são o grande mal do futebol. Dificilmente um zagueiro vai ser um bom lateral. Zagueiro não sabe fazer uma tabela, zagueiro não sabe driblar um marcador, zagueiro não sabe cruzar! Pelo menos nas últimas partidas o Felipe Surian desfez essa tática de "Professor Pardal" e colocou o Fabrício na zaga e deixou o Thiaguinho da esquerda. Isso refletiu uma melhora no sistema defensivo.

O meio de campo não sabe sair jogando. O experiente Genalvo só sabe marcar, dar um passe de três metros é quase impossível para ele, pelo menos é voluntarioso e coloca o "coração na ponta da chuteira". E o que dizer do Noé? Marca mais ou menos, mas não consegue dar um passe de três metros. Bruno Arrabal é o que melhor consegue fazer essa função de marcar e ter qualidade técnica para sair jogando. Na frente, Marco Goiano é o "Ganso" de Juiz de Fora. Não se movimenta, erra todos os lançamentos e acha que vai conseguir colocar o atacante na cara do gol apenas com um "tapa".

No ataque, Rafael Assis se movimenta, tenta o drible, mas precisa de mais maturidade, precisa saber a hora de cansar o lateral para conseguir vantagem aos finais das partidas. No comando de ataque, Daniel Morais tem uma luta inglória, ao ter que resolver sozinho todos os problemas do ataque. Normalmente a bola não chega para ele, já que o time não é compacto. Esse é o grande problema do técnico Felipe Surian: o time não está entrosado! Os jogadores não sabem para quem tocar porque o time joga muito espaçado. O meio de campo é muito separado do ataque, obrigando os zagueiros ou os volantes defensivos a darem chutões em busca da velocidade do Rafael ou do pivô do Daniel Morais. Algumas vezes funciona, mas não é bom contar com a sorte no futebol.

Ontem a equipe bateu o Villa Nova por três a zero. Um jogo sofrível, mas em que o time demonstrou raça ao jogar com um a menos em oitenta minutos de jogo. Se não tem técnica vai na raça. O torcedor quer é a vitória, e na atual situação podemos abdicar um pouco do futebol bem jogado para irmos em busca apenas do resultado para não cair. Surian, odeio treinadores que deixam o futebol de lado apenas para buscar os três pontos, mas na atual circunstância eu abro essa brecha para você. Espero que na Série C seja diferente, porque do jeito que está iremos sofrer até o final do ano. Só um porém, sua desculpa sobre os fechamentos dos treinos não me convenceu. Ir a público falar quando o time vence dentro de casa é fácil, queria saber se a sua atitude e a dos jogadores seriam a mesma se tivéssemos um revés no jogo de ontem. Agora é esperar a partida contra o Mamoré em Patos de Minas para que o "Fantasma" do rebaixamento fique para trás.

Outro destaque

Estreia dos brasileiros na F-1 foi sensacional. Felipe Massa em quarto com a Willians e Felipe Nasr em quinto na estreia com um carro fraco da Sauber, se tornando o brasileiro com a melhor estreia na história da categoria, superando lendas como Senna, Piquet e Fittipaldi. Tomara que seja o início de uma grande temporada para os tupiniquins. F-1 sem o Brasil não é F-1, já que somos o terceiro país com mais títulos na principal categoria do automobilismo mundial.


Matheus Brum é Nascido e criado em Juiz de Fora. Jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora e, desde criança é apaixoado pelo Flamengo e por esportes. Atualmente é escritor do blog Entre Ternos e Chuteiras, estagiário da Rádio CBN Juiz de Fora e editor do programa Mosaico.