Matheus Brum Matheus Brum 29/08/2016

Sol, festa, estádio cheio e bom futebol: Tupi 2 vs 2 Vasco

O Estádio Municipal Radialista Mário Helênio viveu uma tarde diferente. Há tempos não ficava tão cheio de torcedores em uma partida do Tupi. A festa de vascaínos e carijós foi linda. Tivemos de tudo nesse sábado. Goleiro usando boné por causa do sol, erros de arbitragem, companheiros discutindo, ola na arquibancada, sinalizadores, e por fim, belos gols.

Dentro de campo, tivemos uma boa partida, principalmente no primeiro tempo. As duas equipes buscaram o ataque. De um lado, o Tupi, apostando na ofensividade dos armadores Pedrinho, Octávio e Jonathan. O outro, o Vasco sem Nenê, tendo em Andrezinho o “cérebro” da equipe.

Os primeiros minutos foram de estudos. O cruzmaltino ficava com mais posse de bola, mas não transformava a superioridade em chances claras de gols. Era nítido que o meio de campo formado por Diguinho, Fellype Gabriel (estreante) e Andrezinho, não estava bem montado. Faltava criatividade.

Com uma boa marcação, o Tupi conseguia fechar a linha de passe vascaína, roubando bolas na intermediária. Com a bola no pé, o jogo era veloz. Apostando no meio de campo leve, o alvinegro abusava das jogadas pelas pontas, levando perigo ao gol de Martín Silva, que no primeiro tempo sofreu com o sol na sua direção. O arqueiro usou um boné na tentativa de melhorar a situação.

A primeira chegada carijó aconteceu aos 14 minutos. Luiz Paulo cruzou da esquerda e Giancarlo desviou. Só que passou à esquerda da meta de Martín. Seis minutos depois, o primeiro gol. Giancarlo e Octávio tabelaram. A bola ficou à feição do camisa dez, que emendou um petardo no ângulo direito do goleiro uruguaio.

Depois do gol, o ritmo da equipe juiz-forana diminuiu. Os jogadores já não conseguiam puxar os contra-ataques, tão importantes para o primeiro gol. Com isso, as chances vascaínas aumentaram. Pikachu, Rodrigo e Diguinho tentaram empatar, sem sucesso.

A insistência cruzmaltina foi recompensada no último lance da primeira etapa. O zagueiro Luan, curtindo uma de atacante, recebeu na direita, limpou Gabriel Santos e chutou no ângulo esquerdo de Rafael Santos, que nem se mexeu.

Na volta para o segundo tempo, o técnico do Tupi, Estevam Soares, sacou Pedrinho, que sentiu um mal-estar no final da primeira etapa, e colocou Marcel. Com a entrada do volante, Serrato foi adiantado para fazer a organização das jogadas.

Os últimos 45 minutos começaram quentes. Logo aos quatro, um erro de arbitragem garantiu a virada cruzmaltina. O árbitro Gilberto Rodrigues, viu um pênalti inexistente de Jonathan em Éderson. Na cobrança, Andrezinho colocou no ângulo esquerdo, sem chances de defesa para Rafael Santos.

A virada abalou o Tupi. Os jogadores começaram a ficar mais nervosos, discutindo entre eles. A troca de passes não fluía e as chances de gol, diminuíam. Na tentativa de melhorar o futebol da equipe, Estevam Soares sacou Marcel, que havia entrado no início do segundo tempo, e colocou Hiroshi, recuando Serrato para jogar ao lado de Renan. A substituição gerou um grande mal-estar no banco carijó. O volante saiu cabisbaixo, tendo que ser consolado pelos companheiros.

Eticamente, a mudança poderá ser questionada. Afinal, havia a necessidade de expor tanto um jogador, na partida de maior visibilidade do campeonato, e, provavelmente da sua carreira?

A “sorte” de Estevam é que Renan estava lá para ajudar. Dois minutos depois da fatídica substituição, Serrato cruzou da direita e o capitão carijó subiu mais alto que a zaga, testando para o fundo do barbante. Empate no Mário Helênio.

A igualdade no placar não era boa para nenhuma das equipes, que precisavam da vitória. O Vasco queria abrir vantagem na liderança, enquanto o Tupi desejava os três pontos para continuar sua luta contra o rebaixamento. Diante desse cenário, os jogadores abriram mão de qualquer tática e partiram para cima.
Várias chances foram criadas, por ambas as equipes. Contudo, Giancarlo, Éder Luís, Éderson e Andrezinho não finalizaram bem. Assim, o empate persistiu.

Com o ponto conquistado, o Vasco manteve a liderança, com 41 pontos, quatro a mais que o Atlético-GO, vice-líder. No outro extremo da tabela, o Tupi chegou aos 19 pontos, se mantendo na vice-lanterna, sete pontos atrás do Paraná, primeiro clube fora do Z-4.

Os dois clubes voltam à campo nesta terça-feira. Primeiro, o Galo viaja até Belém, para enfrentar o Paysandu, às 19h15, no Mangueirão. Mais tarde, às 20h30, o Vasco recebe o Vila Nova, em São Januário.

Ficha Técnica

Gols: Octávio (TUP), aos 20 minutos do 1º tempo; Luan (VAS), aos 47 minutos do 1º tempo; Andrezinho (VAS), aos 4 minutos do 2º tempo; Renan (TUP), aos 23 minutos do 2º tempo;

Tupi: Rafael Santos; Vinícius Kiss, Gabriel Santos, Bruno Costa e Luiz Paulo; Renan, Marcos Serrato, Octávio, Pedrinho (Marcel, depois Hiroshi) e Jonathan (Thiaguinho); Giancarlo. Técnici: Estevam Soares.

Vasco: Martín Silva; Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Júlio César; Diguinho (Caio Monteiro), Fellype Gabriel (Douglas Luiz) e Andrezinho; Éderson, Jorge Henrique (Éder Luís) e Leandrão. Técnico: Jorginho.

Arbitragem: Gabriel Rodrigues Castro (PE), auxiliado por Marlon Rafael Gomes (PE) e Ricardo Bezerra Chianca (PE).

Público e Renda: 11.812 (11.317 pagantes) / R$ 393.235,00
Estatísticas



Tupi

Vasco

Passes Errados

37

41

Finalizações

11 (2 certas e 9 erradas)

17 (6 certas e 11 erradas)

Cruzamentos

18 (6 certos e 12 errados)

19 (4 certos e 15 errados)

Desarmes

19

19

Faltas Cometidas

15

12

Cartões

4 amarelos

1 amarelo

Lançamentos

32 (16 certos e 16 errados)

30 (15 certos e 15 errados

Impedimentos

3

0



Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Já foi estagiário na Rádio CBN Juiz de Fora. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras"; colaborador da Web Rádio Nac, apresentando uma coluna de opinião diariamente; editor e apresentador do programa Mosaico, que vai ao ar semanalmente na TVE, canal 12, e é membro da Acesso Comunicação Júnior, Empresa Júnior da Faculdade de Comunicação da UFJF, trabalhando no Departamento de Projetos e no núcleo de Jornalismo.

Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opinião dos autores não necessariamente expressa a linha editorial e a visão do Portal ACESSA.com

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Matheus Brum Matheus Brum 29/08/2016

Sol, festa, estádio cheio e bom futebol: Tupi 2 vs 2 Vasco

O Estádio Municipal Radialista Mário Helênio viveu uma tarde diferente. Há tempos não ficava tão cheio de torcedores em uma partida do Tupi. A festa de vascaínos e carijós foi linda. Tivemos de tudo nesse sábado. Goleiro usando boné por causa do sol, erros de arbitragem, companheiros discutindo, ola na arquibancada, sinalizadores, e por fim, belos gols.

Dentro de campo, tivemos uma boa partida, principalmente no primeiro tempo. As duas equipes buscaram o ataque. De um lado, o Tupi, apostando na ofensividade dos armadores Pedrinho, Octávio e Jonathan. O outro, o Vasco sem Nenê, tendo em Andrezinho o “cérebro” da equipe.

Os primeiros minutos foram de estudos. O cruzmaltino ficava com mais posse de bola, mas não transformava a superioridade em chances claras de gols. Era nítido que o meio de campo formado por Diguinho, Fellype Gabriel (estreante) e Andrezinho, não estava bem montado. Faltava criatividade.

Com uma boa marcação, o Tupi conseguia fechar a linha de passe vascaína, roubando bolas na intermediária. Com a bola no pé, o jogo era veloz. Apostando no meio de campo leve, o alvinegro abusava das jogadas pelas pontas, levando perigo ao gol de Martín Silva, que no primeiro tempo sofreu com o sol na sua direção. O arqueiro usou um boné na tentativa de melhorar a situação.

A primeira chegada carijó aconteceu aos 14 minutos. Luiz Paulo cruzou da esquerda e Giancarlo desviou. Só que passou à esquerda da meta de Martín. Seis minutos depois, o primeiro gol. Giancarlo e Octávio tabelaram. A bola ficou à feição do camisa dez, que emendou um petardo no ângulo direito do goleiro uruguaio.

Depois do gol, o ritmo da equipe juiz-forana diminuiu. Os jogadores já não conseguiam puxar os contra-ataques, tão importantes para o primeiro gol. Com isso, as chances vascaínas aumentaram. Pikachu, Rodrigo e Diguinho tentaram empatar, sem sucesso.

A insistência cruzmaltina foi recompensada no último lance da primeira etapa. O zagueiro Luan, curtindo uma de atacante, recebeu na direita, limpou Gabriel Santos e chutou no ângulo esquerdo de Rafael Santos, que nem se mexeu.

Na volta para o segundo tempo, o técnico do Tupi, Estevam Soares, sacou Pedrinho, que sentiu um mal-estar no final da primeira etapa, e colocou Marcel. Com a entrada do volante, Serrato foi adiantado para fazer a organização das jogadas.

Os últimos 45 minutos começaram quentes. Logo aos quatro, um erro de arbitragem garantiu a virada cruzmaltina. O árbitro Gilberto Rodrigues, viu um pênalti inexistente de Jonathan em Éderson. Na cobrança, Andrezinho colocou no ângulo esquerdo, sem chances de defesa para Rafael Santos.

A virada abalou o Tupi. Os jogadores começaram a ficar mais nervosos, discutindo entre eles. A troca de passes não fluía e as chances de gol, diminuíam. Na tentativa de melhorar o futebol da equipe, Estevam Soares sacou Marcel, que havia entrado no início do segundo tempo, e colocou Hiroshi, recuando Serrato para jogar ao lado de Renan. A substituição gerou um grande mal-estar no banco carijó. O volante saiu cabisbaixo, tendo que ser consolado pelos companheiros.

Eticamente, a mudança poderá ser questionada. Afinal, havia a necessidade de expor tanto um jogador, na partida de maior visibilidade do campeonato, e, provavelmente da sua carreira?

A “sorte” de Estevam é que Renan estava lá para ajudar. Dois minutos depois da fatídica substituição, Serrato cruzou da direita e o capitão carijó subiu mais alto que a zaga, testando para o fundo do barbante. Empate no Mário Helênio.

A igualdade no placar não era boa para nenhuma das equipes, que precisavam da vitória. O Vasco queria abrir vantagem na liderança, enquanto o Tupi desejava os três pontos para continuar sua luta contra o rebaixamento. Diante desse cenário, os jogadores abriram mão de qualquer tática e partiram para cima.
Várias chances foram criadas, por ambas as equipes. Contudo, Giancarlo, Éder Luís, Éderson e Andrezinho não finalizaram bem. Assim, o empate persistiu.

Com o ponto conquistado, o Vasco manteve a liderança, com 41 pontos, quatro a mais que o Atlético-GO, vice-líder. No outro extremo da tabela, o Tupi chegou aos 19 pontos, se mantendo na vice-lanterna, sete pontos atrás do Paraná, primeiro clube fora do Z-4.

Os dois clubes voltam à campo nesta terça-feira. Primeiro, o Galo viaja até Belém, para enfrentar o Paysandu, às 19h15, no Mangueirão. Mais tarde, às 20h30, o Vasco recebe o Vila Nova, em São Januário.

Ficha Técnica

Gols: Octávio (TUP), aos 20 minutos do 1º tempo; Luan (VAS), aos 47 minutos do 1º tempo; Andrezinho (VAS), aos 4 minutos do 2º tempo; Renan (TUP), aos 23 minutos do 2º tempo;

Tupi: Rafael Santos; Vinícius Kiss, Gabriel Santos, Bruno Costa e Luiz Paulo; Renan, Marcos Serrato, Octávio, Pedrinho (Marcel, depois Hiroshi) e Jonathan (Thiaguinho); Giancarlo. Técnici: Estevam Soares.

Vasco: Martín Silva; Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Júlio César; Diguinho (Caio Monteiro), Fellype Gabriel (Douglas Luiz) e Andrezinho; Éderson, Jorge Henrique (Éder Luís) e Leandrão. Técnico: Jorginho.

Arbitragem: Gabriel Rodrigues Castro (PE), auxiliado por Marlon Rafael Gomes (PE) e Ricardo Bezerra Chianca (PE).

Público e Renda: 11.812 (11.317 pagantes) / R$ 393.235,00
Estatísticas



Tupi

Vasco

Passes Errados

37

41

Finalizações

11 (2 certas e 9 erradas)

17 (6 certas e 11 erradas)

Cruzamentos

18 (6 certos e 12 errados)

19 (4 certos e 15 errados)

Desarmes

19

19

Faltas Cometidas

15

12

Cartões

4 amarelos

1 amarelo

Lançamentos

32 (16 certos e 16 errados)

30 (15 certos e 15 errados

Impedimentos

3

0



Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Já foi estagiário na Rádio CBN Juiz de Fora. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras"; colaborador da Web Rádio Nac, apresentando uma coluna de opinião diariamente; editor e apresentador do programa Mosaico, que vai ao ar semanalmente na TVE, canal 12, e é membro da Acesso Comunicação Júnior, Empresa Júnior da Faculdade de Comunicação da UFJF, trabalhando no Departamento de Projetos e no núcleo de Jornalismo.

Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opinião dos autores não necessariamente expressa a linha editorial e a visão do Portal ACESSA.com

Matheus Brum Matheus Brum 29/08/2016

Sol, festa, estádio cheio e bom futebol: Tupi 2 vs 2 Vasco

O Estádio Municipal Radialista Mário Helênio viveu uma tarde diferente. Há tempos não ficava tão cheio de torcedores em uma partida do Tupi. A festa de vascaínos e carijós foi linda. Tivemos de tudo nesse sábado. Goleiro usando boné por causa do sol, erros de arbitragem, companheiros discutindo, ola na arquibancada, sinalizadores, e por fim, belos gols.

Dentro de campo, tivemos uma boa partida, principalmente no primeiro tempo. As duas equipes buscaram o ataque. De um lado, o Tupi, apostando na ofensividade dos armadores Pedrinho, Octávio e Jonathan. O outro, o Vasco sem Nenê, tendo em Andrezinho o “cérebro” da equipe.

Os primeiros minutos foram de estudos. O cruzmaltino ficava com mais posse de bola, mas não transformava a superioridade em chances claras de gols. Era nítido que o meio de campo formado por Diguinho, Fellype Gabriel (estreante) e Andrezinho, não estava bem montado. Faltava criatividade.

Com uma boa marcação, o Tupi conseguia fechar a linha de passe vascaína, roubando bolas na intermediária. Com a bola no pé, o jogo era veloz. Apostando no meio de campo leve, o alvinegro abusava das jogadas pelas pontas, levando perigo ao gol de Martín Silva, que no primeiro tempo sofreu com o sol na sua direção. O arqueiro usou um boné na tentativa de melhorar a situação.

A primeira chegada carijó aconteceu aos 14 minutos. Luiz Paulo cruzou da esquerda e Giancarlo desviou. Só que passou à esquerda da meta de Martín. Seis minutos depois, o primeiro gol. Giancarlo e Octávio tabelaram. A bola ficou à feição do camisa dez, que emendou um petardo no ângulo direito do goleiro uruguaio.

Depois do gol, o ritmo da equipe juiz-forana diminuiu. Os jogadores já não conseguiam puxar os contra-ataques, tão importantes para o primeiro gol. Com isso, as chances vascaínas aumentaram. Pikachu, Rodrigo e Diguinho tentaram empatar, sem sucesso.

A insistência cruzmaltina foi recompensada no último lance da primeira etapa. O zagueiro Luan, curtindo uma de atacante, recebeu na direita, limpou Gabriel Santos e chutou no ângulo esquerdo de Rafael Santos, que nem se mexeu.

Na volta para o segundo tempo, o técnico do Tupi, Estevam Soares, sacou Pedrinho, que sentiu um mal-estar no final da primeira etapa, e colocou Marcel. Com a entrada do volante, Serrato foi adiantado para fazer a organização das jogadas.

Os últimos 45 minutos começaram quentes. Logo aos quatro, um erro de arbitragem garantiu a virada cruzmaltina. O árbitro Gilberto Rodrigues, viu um pênalti inexistente de Jonathan em Éderson. Na cobrança, Andrezinho colocou no ângulo esquerdo, sem chances de defesa para Rafael Santos.

A virada abalou o Tupi. Os jogadores começaram a ficar mais nervosos, discutindo entre eles. A troca de passes não fluía e as chances de gol, diminuíam. Na tentativa de melhorar o futebol da equipe, Estevam Soares sacou Marcel, que havia entrado no início do segundo tempo, e colocou Hiroshi, recuando Serrato para jogar ao lado de Renan. A substituição gerou um grande mal-estar no banco carijó. O volante saiu cabisbaixo, tendo que ser consolado pelos companheiros.

Eticamente, a mudança poderá ser questionada. Afinal, havia a necessidade de expor tanto um jogador, na partida de maior visibilidade do campeonato, e, provavelmente da sua carreira?

A “sorte” de Estevam é que Renan estava lá para ajudar. Dois minutos depois da fatídica substituição, Serrato cruzou da direita e o capitão carijó subiu mais alto que a zaga, testando para o fundo do barbante. Empate no Mário Helênio.

A igualdade no placar não era boa para nenhuma das equipes, que precisavam da vitória. O Vasco queria abrir vantagem na liderança, enquanto o Tupi desejava os três pontos para continuar sua luta contra o rebaixamento. Diante desse cenário, os jogadores abriram mão de qualquer tática e partiram para cima.
Várias chances foram criadas, por ambas as equipes. Contudo, Giancarlo, Éder Luís, Éderson e Andrezinho não finalizaram bem. Assim, o empate persistiu.

Com o ponto conquistado, o Vasco manteve a liderança, com 41 pontos, quatro a mais que o Atlético-GO, vice-líder. No outro extremo da tabela, o Tupi chegou aos 19 pontos, se mantendo na vice-lanterna, sete pontos atrás do Paraná, primeiro clube fora do Z-4.

Os dois clubes voltam à campo nesta terça-feira. Primeiro, o Galo viaja até Belém, para enfrentar o Paysandu, às 19h15, no Mangueirão. Mais tarde, às 20h30, o Vasco recebe o Vila Nova, em São Januário.

Ficha Técnica

Gols: Octávio (TUP), aos 20 minutos do 1º tempo; Luan (VAS), aos 47 minutos do 1º tempo; Andrezinho (VAS), aos 4 minutos do 2º tempo; Renan (TUP), aos 23 minutos do 2º tempo;

Tupi: Rafael Santos; Vinícius Kiss, Gabriel Santos, Bruno Costa e Luiz Paulo; Renan, Marcos Serrato, Octávio, Pedrinho (Marcel, depois Hiroshi) e Jonathan (Thiaguinho); Giancarlo. Técnici: Estevam Soares.

Vasco: Martín Silva; Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Júlio César; Diguinho (Caio Monteiro), Fellype Gabriel (Douglas Luiz) e Andrezinho; Éderson, Jorge Henrique (Éder Luís) e Leandrão. Técnico: Jorginho.

Arbitragem: Gabriel Rodrigues Castro (PE), auxiliado por Marlon Rafael Gomes (PE) e Ricardo Bezerra Chianca (PE).

Público e Renda: 11.812 (11.317 pagantes) / R$ 393.235,00
Estatísticas



Tupi

Vasco

Passes Errados

37

41

Finalizações

11 (2 certas e 9 erradas)

17 (6 certas e 11 erradas)

Cruzamentos

18 (6 certos e 12 errados)

19 (4 certos e 15 errados)

Desarmes

19

19

Faltas Cometidas

15

12

Cartões

4 amarelos

1 amarelo

Lançamentos

32 (16 certos e 16 errados)

30 (15 certos e 15 errados

Impedimentos

3

0



Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Já foi estagiário na Rádio CBN Juiz de Fora. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras"; colaborador da Web Rádio Nac, apresentando uma coluna de opinião diariamente; editor e apresentador do programa Mosaico, que vai ao ar semanalmente na TVE, canal 12, e é membro da Acesso Comunicação Júnior, Empresa Júnior da Faculdade de Comunicação da UFJF, trabalhando no Departamento de Projetos e no núcleo de Jornalismo.

Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opinião dos autores não necessariamente expressa a linha editorial e a visão do Portal ACESSA.com