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    Empresas juizforanas aderem
    ao pregão eletrônico
    Nova modalidade de comércio eletrônico ganha
    adeptos nos setores privado e público

    Ana Letícia Sales
    18/07/02

    As empresas de Juiz de Fora estão começando a usar uma nova forma de comércio pela internet: o pregão eletrônico. A modalidade é chamada de leilão reverso, ou seja, a compra se inicia com a determinação de um preço máximo a ser pago por um bem ou serviço. O leilão pela internet tende a reduzir custos e facilitar a participação de um maior número de fornecedores. O preço a ser pago é o da proposta com o menor valor apresentado até o final de um prazo de tempo previamente determinado.

    A Paraibuna de Metais é umas das empresas juizforanas que participa dos leilões eletrônicos. De acordo com André Toroco, analista de sistema da firma, desde janeiro de 2002 a Paraibuna realiza licitações pela web. "Nós utilizamos o software Conect, que foi adquirido através do site Mercado Eletrônico (www.me.com.br)", explica. O Mercado Eletrônico oferece soluções de compras por meio eletrônico para empresas de médio e grande porte desde 1994, conectando clientes e fornecedores on-line.

    Através do leilão, a Paraibuna teve uma economia de 20% nas compras de materiais de informática. A empresa recebe as cotações da internet e ela confirma a compra dos produtos através do programa. Assim o processo se torna mais produtivo e eficiente. De acordo com o analista André, o sistema foi usado, inicialmente para pegar informações sobre as cotações dos produtos. Mais tarde a firma resolveu aderir ao processo e pretende continuar.

    O sistema para os fornecedores
    A papelaria juizforana Palimontes já participou, como fornecedora, de dois leilões com a Paraibuna de Metais. O auxiliar de escritório, Robson Costa de Oliveira, afirma que no ano passado foi realizado o primeiro, já o segundo aconteceu este ano. "A vantagem deste processo é que podemos saber as cotações do Brasil todo, mas para a venda em si não há grandes vantagens, já que a concorrência é muito grande", diz. Segundo ele, a Palimontes foi convidada pela Paraibuna para participar do processo através do site do Mercado Eletrônico. "Aqui nós não precisamos adquirir nenhum software, fizemos todo o processo através do próprio site", explica Robson.

    Órgão públicos
    Os órgãos públicos também estão de olho nesta modalidade de licitação. Em Juiz de Fora a Comissão Permanente de Licitação - CPL é o órgão da Prefeitura que desempenha as funções de licitações. A PJF assinou um convênio com o Banco do Brasil em janeiro de 2002. A partir de então a Prefeitura começou a realizar simulações de licitações com o banco para certificar o funcionamento da modalidade. De acordo com William Almeida Silva, técnico de nível superior da PJF, o decreto ainda está em fase de regulamentação na Câmara e deve sair até o fim de julho. Na simulação é criado um ambiente de compra e venda fictícias entre a Prefeitura e o BB.

    Como funciona o sistema
    O sistema do Banco do Brasil, chamado Licitações, utiliza interfaces diferenciadas e customizadas de acordo com cada perfil de participante: comprador, fornecedor, coordenador e público em geral. Para o público em geral estão disponíveis apenas as funções de acompanhamento das licitações públicas. A interface do sistema permite a busca de licitações rapidamente, acompanhamento em tempo real, além da simulação do processo licitatório com suas regras básicas implementadas. É possível criar licitações, enviar propostas, participar em horários determinados de sessões abertas, encerrar uma licitação, notificar o vencedor, tudo com controle minucioso e acompanhamento por todos os envolvidos (estas funções variam de acordo com o perfil de cada participante). O sistema pode ser conferido no site www.licitacoes-e.com.br

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