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    Conhecendo o Reiki: perguntas e respostas

    Sumaya Lima Sumaya Lima 29/05/2019

    No ensaio anterior, comentamos sobre a terapia Reiki e me fizeram perguntas muito pertinentes, as quais tentarei respondê-las de forma mais objetiva e informal possível. Afinal de contas, este espaço é para batermos um papo.

    Mas vou mesclar essas perguntas com outras muito comuns. Creio que a pergunta mais recorrente que nós terapeutas Reikianos ouvimos é: o que é Reiki. Isso está basicamente bem respondido no ensaio anterior. No entanto, vamos retomar para você que acabou de chegar nesta coluna.

    O que é Reiki?

    Em linhas gerais, Reiki é energia vital. REI = Energia universal, sabedoria suprema, onipresente. Ki = energia radiante individual. O Reiki é holístico e reequilibra a energia individual com a energia universal, pois entende que, apesar da aparente diferença entre espaço, tempo e indivíduo, somos todos parte de uma mesma realidade original cósmica. É uma energia inteligentíssima que, uma vez aplicada, destina-se espontaneamente ao corpo do cliente, onde a revitalização é mais necessária e, assim, inicia um processo de cura natural.

    O Reiki cura doenças?

    O Reiki não cura doença. A cura naturalmente ocorre porque a revitalização vai na causa-raiz do problema e dos sintomas físicos ou psicofísicos. O que não tem nada de natural é o ritmo desenfreado e estressante da vida contemporânea que distrai o indivíduo da sua essência mais íntima e vital. A terapia vibracional restaura, portanto, a área que estava com carência energética, permitindo o fluxo vital natural do organismo.

    Reiki é o mesmo que passe?

    Reiki é uma filosofia de vida. Trata de um realinhamento vibracional. Mas experimente a sensação de um e de outro e você terá a melhor resposta.

    Reiki é uma nova religião?

    Não. Nem antiga, nem nova. Definitivamente, Reiki não é uma religião, nem seita, nem dogma. Mas pode ser praticado por pessoas de todos os credos e religiões e é praticado. O Reiki propicia uma (re)aproximação com o Sagrado de cada um. Fortalece esse vínculo, estimula a meditação, o serviço social desapegado, a doação pelo amor incondicional para todos os seres, inclusive para si mesmo. Um dos princípios do Reiki é “Só por hoje sou bondoso/a com todos os seres”.

    Por que cobrar pelo Reiki se a energia é de graça?

    O verdadeiro Reikiano jamais cobra pelo Reiki. Aliás, os Reikianos querem doar Reiki. Ao estudar a filosofia e aplicar o Reiki em si todos os dias, passa a ser algo natural querer que todos sintam os benefícios dessa grande Luz-Amor que há notavelmente em abundância no Universo. Energia que é incessante, incomensurável, magnífica, apaziguante, revitalizante. Para quem não é ateu, ela é divinal. Reiki é uma energia infinita, quem é finito somos nós. Quem cessa o contato com a abundância somos nós. Quem quer medir cientificamente o que é transcendental somos nós, porque acreditamos que nós somos matéria, porém nós somos TAMBÉM matéria. Não só matéria. O terapeuta dedica horas do seu dia para atender às pessoas e orientá-las na autocura. É digno e normal que seja pago pelo seu conhecimento, pelas horas de dedicação ao cliente, ao estudo anterior e posterior de cada caso. Faz parte da energia de troca do universo. É plausível que se cobre pela locação do espaço, sua manutenção e afinal, terapeutas, como qualquer pessoa, também têm responsabilidades fiscais a pagar. Jamais cobra-se pela Energia Reiki, a qual pode ser recebida e aplicada por qualquer pessoa, até mesmo por crianças em outros indivíduos. Faça um curso e você saberá como...

    Os benefícios do Reiki ainda não foram cientificamente comprovados, verdade?

    Antes de tudo, é importante saber em qual a fonte que se bebe a informação. Por um lado, há sites de enciclopédia aberta, em que qualquer pessoa pode escrever o que quiser e nem assinar o que postar. Assim é fácil distorcer o assunto usando alguma parte verdadeira, mesclando-a com outras falsas com o objetivo de incutir uma postura religiosa intransigente, ainda que Reiki não tenha nada a ver com Religião. Por outro, é um desafio obter comprovação científica dos tipos de tratamentos holísticos pela questão do controle dos vetores. Porém, aumenta o número de monografias, dissertações e teses (disponíveis em pdf) que registram as evidências e os resultados da aplicação do Reiki em grupos de animais e de pessoas. No ensaio anterior, há indicação de alguns links inclusive reportagens e depoimentos a respeito (clique aqui).

    Um amigo reikiano veio me dizer que parou de aplicar Reiki porque a sua energia poderia interferir no destino da pessoa. Na sua concepção, as pessoas passam por reveses ou alegrias devido à causa e efeito de suas ações. O fato de estarem doentes é uma consequência de atos anteriores, mas bem importante, que as levará de volta ao equilíbrio. Para este amigo, interferir com o Reiki é lidar com forças e destinos que a maioria desconhece. Assim, vamos à próxima e última pergunta.

    A aplicação do Reiki interfere no destino da pessoa?

    A resposta parece óbvia. Se você acredita em destino, sim, pois até o acesso a este método de cura natural estava no seu destino. Se você não acredita em destino, não interfere, porque, afinal, cabe a cada pessoa realizar o seu processo íntimo e único de autoconhecimento e autocura. Para quem é ateu, o Reiki é uma vibração sábia e atuante desde a causa-raiz do problema. Evidentemente vai modificar os padrões de pensamento, sentimento e ação. Para quem experimenta o Sagrado, essa atuação é do puro AMOR. Essa é a maior força de todas. Ela movimenta a misericórdia, o perdão em si mesmo e para o outro. Ela conecta o indivíduo com a abundância, não com a escassez, com a generosidade, não com a avareza. Ela deixa ir o que não serve mais ou que se revela falso para si. Ela não muda destino. Ela transforma.

    Bem, o que me parece incoerente com a vida abundante é uma pessoa permanecer em sofrimento ou dor por causa de uma dúvida. Ou deixar alguém com dor ou em sofrimento (seja físico, mental ou espiritual) por causa do receio de interferir no destino do outro. Se há destino humano, viemos ao mundo para sermos felizes. Se não há destino, há um direito universal: todos nascemos com o direito de sermos felizes. E tenho certeza de que você já percebeu que a felicidade não permanece nas coisas finitas... Já deve ter entendido que a saúde integral é um passo em direção à felicidade infinita...  Para que esperar? “Uma viagem de mil milhas começa com um único passo” (Mao Tsé)

    Até a próxima.

    Sumaya Lima é mestre em Reiki, massoterapeuta, instrutora de yoga e meditação. Colaboradora no Espaço Prama em Juiz de Fora

    Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opinião dos autores não necessariamente expressa a linha editorial e a visão do Portal ACESSA.com

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