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    Quinta-feira, 2 de junho de 2016, atualizada às 17h

    MGM cancela Rainbow Fest e Miss Brasil Gay Plus Size em Juiz de Fora

    Angeliza Lopes
    Repórter
    foto

    O tradicional Rainbow Fest e a segunda edição do Miss Brasil Gay Plus Size que seriam realizados em julho, em Juiz de Fora, foram cancelados pela diretoria do Movimento Gay de Minas Gerais (MGM). No ano passado, a 13ª Parada do Orgulho Gay de Juiz de Fora foi divulgada como última realizada pelo movimento, desta forma, como disse o presidente, Marco Trajano, o MGM encerra o ciclo, “para dar espaço para novas ações de visibilidade massiva com outros formatos e protagonizados por outras letras (representações). Mas, ao mesmo tempo, pensamos outras questões, ampliando horizontes, novos planos”, destaca.

    Trajano afirma que há dois anos o MGM vem repensando sobre os eventos de grande visibilidade, realizados há 20 anos. “Ano passado fizemos a última parada, mas pretendíamos fazer mais algumas edições do Rainbow. Planejamos antecipar a data para julho, devido as Olimpíadas, mas duas questões fizeram com que cancelássemos. A primeira foi que não conseguimos todos os apoios necessários para fazer uma festa segura, por ser em uma praça aberta e faltaram alguns apoiadores em razão da crise econômica. O segundo ponto foi realmente pensando se era viável, necessário, fazer o evento. Quero ressaltar que não foi por falta de apoio da Prefeitura, como muito pensam."

    Avaliação

    Os grandes eventos de luta e visibilidade ligados ao público LGBT trouxeram notoriedade nacional para Juiz de Fora, como cidade referência e pioneira em eventos como a Parada Gay, Miss Brasil Gay e Rainbow Fest, com participação de grandes nomes, como o deputado Jean Willians, a socialite Narcisa Tamborindeguy, o antropólogo e presidente do Movimento Gay da Bahia, Luiz Mott, entre outros. Marco Trajano avalia que tudo na vida tem tempo hábil e que o papel destes eventos foram cumpridos, tendo a necessidade de renovação.

    “Miss Brasil abriu portas, o Rainbow consolidou a visibilidade destes órgãos LGBT na cidade, conseguimos a Lei Rosa, pioneira no país, garantindo direitos a nossa comunidade. Na visão do MGM, estes eventos tiveram como objetivo nos dar visibilidade. Hoje, não é que temos todos os direitos adquiridos e uma cidadania plena, mas vejo que todos já cumpriram seu papel. É preciso que outros personagens assumam este protagonismo”, completa.


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