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    Segunda-feira, 20 de junho de 2011, atualizada às 18h

    Estudantes cobram melhorias para a Escola Estadual Professor Cândido Motta Filho

    Jorge Júnior
    Repórter
    assembleia

    A má conservação da Escola Estadual Professor Cândido Motta Filho, localizada no bairro São Benedito, foi tema de audiência pública realizada nesta segunda-feira, 20 de junho, na Câmara Municipal de Juiz de Fora.

    De acordo com o vereador proponente da reunião, Isauro Calais (PMN), a escola não tem pia nos banheiros nem portas. Outro problema apontado pelo Legislativo deve-se ao fato de carteiras e mesas estarem quebradas. "É uma falta de respeito e consideração com a comunidade. Não podemos aceitar essa situação."

    Quem também está indignado com os problemas é o representante do colegiado, Luiz Carlos Santos. "Nossa escola está nesta situação por falta de responsabilidade da ex-diretora. Chegamos ao ponto de ficar sem merenda," diz.

    "A nossa escola está precisando de melhorias, os banheiros estão mal cheirosos, as mesas e carteiras estão quebradas e estragadas. Além disso, a escola está precisando de pintura e de reformas no muro, que está caindo", aponta a estudante Raiana de Assis. A outra estudante do colégio, Josiane Muller, revela que uma inspetora escolar da Superintendência Regional de Ensino de Juiz de Fora (SREJF), já ameaçou fechar uma das turmas do colégio devido aos problemas de estrutura.

    De acordo com a diretora da escola, Cileia Helena Campos, que assumiu o cargo em abril deste ano, a escola passou por uma mudança de direção, e todos os problemas já estão sendo solucionados. Informação que também é apresentada pela diretora da SREJF, Maura Couto. "A escola tem sido alvo de preocupação há cerca de seis anos. Alguns alunos, pais de alunos nos procuraram para resolvermos a situação da escola e, após a exoneração da ex-diretora, o colegiado elegeu a Cileia como diretora", explica. Segundo Maura, o colégio tinha cerca de 1,5 mil alunos, contando, hoje, com 435 estudantes.

    A representante da SREJF afirmou que, para as obras do muro, a escola recebeu R$ 64 mil, mas a empresa que estava fazendo o serviço abandonou o trabalho. "Temos, atualmente, aproximadamente R$ 111 mil em caixa. Esse dinheiro deve suprir todas as verbas do colégio, incluindo o valor da merenda, que é de R$ 33, 9 mil anualmente, e o restante da obra do muro. Para que o colégio possa utilizar o dinheiro, é necessário que o caixa esteja em dia e que seja feita uma planilha com cada projeto."

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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