Juiz de Fora - MG

Segunda-feira, 27 de outubro de 2008, atualizada às 18h20

Segundo turno em JF é considerado mais tranqüilo pela Justiça Eleitoral e pela PM. Ocorrências de trânsito chamam a atenção



Priscila Magalhães
Repórter

Mais de 800 policiais militares, civis e federais contribuíram para que o segundo turno das eleições municipais neste domingo, 26 de outubro, fosse mais tranqüilo que o primeiro, quando, segundo a Polícia Militar (PM), foram 34 registros.

O chefe do estado Maior da 4ª Região da Polícia Militar em Juiz de Fora, tenente-coronel José Ricardo Grunewald, diz que seis ocorrências foram registradas no segundo turno, sendo uma referente a panfletagem proibida, três crimes eleitorais encaminhados à Polícia Federal (PF) e as outras duas referentes a denúncias diversas sem fundamento.

Para o presidente da Comissão de Fiscalização da Propaganda Eleitoral, Edir Guerson de Medeiros, apesar do grande número de eleitores fazendo boca de urna, o segundo turno foi tranqüilo. Ele conta que uma pessoa foi presa em flagrante após colar um adesivo na urna eletrônica. Outra ocorrência se refere a um rapaz que estaria com uma sacola de dinheiro em uma seção eleitoral. Ele foi denunciado, mas não foi encontrado. "Quando os policiais chegaram ele havia ido embora. Como é uma pessoa conhecida e havia testemunha, a ocorrência foi registrada e será investigada", explica.

Índice acentuado de acidentes de trânsito

Segundo Grunewald, 14 ocorrências de trânsito foram registradas entre as 6 h de domingo, dia 26, e o mesmo horário desta segunda, 27 de outubro. Cinco pessoas ficaram feridas. Para ele, o número é considerado alto.

Os maiores registros aconteceram no centro e na região sul. "É onde as pessoas se aglomeram mais e os motoristas aproveitam para fazer campanha com bandeiras penduradas nos carros", explica ele.

Substituição de urnas é pequena

Uma urna foi substituída na zona 153, no bairro Jóquei Clube e outra também apresentou defeitos no bairro Ipiranga. Em ambos os casos, não houve atraso na votação. A funcionária do Tribunal Regional Eleitoral de Minas (TRE/MG), da zona 349, Jomara Cristina Rodrigues, diz que o técnico estava no local e viu que não tinha como consertar. O equipamento foi substituído por outro de reserva. No Jóquei também houve substituição.

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