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    Terça-feira, 15 de março de 2011, atualizada às 17h50

    Juiz de Fora registra saldo negativo de empregos em fevereiro

    Aline Furtado
    Repórter
    Carteira de Trabalho

    Pelo segundo mês consecutivo, Juiz de Fora registra saldo negativo de empregos formais. De acordo com informações do Estudo de Evolução do Emprego, realizado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho (MTE), divulgado nesta terça-feira, 15 de março, em fevereiro, o balanço entre admitidos e demitidos foi de -112 postos. O número de admitidos no mês foi equivalente a 6.079, contra 6.191 desligamentos.

    O número revela que a cidade segue em direção contrária ao que vem sendo percebido no Estado e no país. Em Minas Gerais, no mês de fevereiro, foram criados 36.053. No Brasil, foram 280.799 novos empregos com carteira assinada.

    Em Juiz de Fora, o comércio foi responsável pelo maior saldo negativo, com -248 vagas. O setor criou, no período, 1.461 postos de empregos formais, contra 1.709 demissões. Para o superintendente do Sindicato do Comércio (Sindicomércio) de Juiz de Fora, Sérgio Costa de Paula, os dados revelam reflexos das contratações de temporários, efetuadas no final do ano. "Janeiro é um mês cruel, quando o número de contratações é reduzido. Já fevereiro foi um mês atípico, ainda que os comerciantes tenham tentado alavancar o setor por meio das liquidações. Com isso, as demissões eram esperadas."

    Diante do quadro, o superintendente espera que o próximo trimestre seja positivo para o comércio. "Como diz a máxima, 'O ano só começa depois do Carnaval'. Com isso, esperamos alavancar o setor com o movimento da Páscoa, do Dia das Mães e Dia dos Namorados."

    O setor de serviços foi o responsável pela maioria dos novos postos abertos, 2.721, sendo, também, o que mais demitiu, com 2.796, o que fez com que apresentasse saldo negativo de 75 postos. Ainda com relação aos maiores empregadores, em segunda posição aparece o comércio, com 1.461 vagas criadas, seguido da indústria de transformação, com 1.139 postos.

    Curiosamente, os setores que figuram entre os maiores empregadores são também os responsáveis pelo maior número de desligamentos. O ramo de serviços demitiu um total de 2.796, seguido de comércio, com menos 1.709 postos, e, por fim, indústria de transformação, com 927 postos a menos.

    Entre os setores que apresentaram saldo positivo de empregos estão a extrativa mineral, a indústria de transformação, os serviços industriais de utilidade pública e a construção civil. O maior saldo positivo, 212, foi alcançado pela indústria de transformação, que abriu 1.139 novos postos de emprego e demitiu 927 trabalhadores.

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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