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    Academias tomam precauções para prevenir a Gripe A Como o ambiente possui equipamentos e materiais que são compartilhados por várias pessoas, a transmissão do vírus é facilitada

    Pablo Cordeiro
    *Colaboração
    12/8/2009

    As medidas de precaução em relação à Gripe A (H1N1) chegam às academias de ginástica de Juiz de Fora. De acordo com o presidente do Comitê Municipal de Enfrentamento à Influenza A (H1N1), Ivander Mattos Vieira,  como o ambiente possui equipamentos e materiais que são compartilhados por várias pessoas, a transmissão do vírus é facilitada. Por isso, deve-se higienizar as mãos antes e depois de utilizar os equipamentos. Além disso, também é fundamental a higienização dos equipamentos e a ventilação do local. 

    A instrutora de educação física, Ariane Moreira, afirma que na academia em que trabalha os procedimentos de higiene sempre foram tomados, porém, com a Gripe A, se intensificaram. "Lacramos o bebedouro e colocamos copos descartáveis com os nomes de cada frequentador. Também adquirimos quantidades maiores de álcool em gel e sabonete líquido", afirma. Ela ainda ressalta que os aparelhos de ginástica e musculação são limpos todos os dias e uma vez por semana é utilizado um spray contra bactéria.

    Na academia, os alunos são instruídos a lavar sempre as mãos e evitar esfregá-las no rosto. A aluna Marina Gonçalves aprova a iniciativa. "Essa é uma forma de prevenção. Observo que tem uma pessoa que passa o álcool nos colchões e nos aparelhos toda hora."

    Em outra academia da cidade houve aumento da quantidade de álcool e papel toalha disponibilizada para os alunos. "Estamos cientes de todas as medidas de segurança. Utilizamos o álcool comum e quando uma pessoa chega apresentando sintomas de gripe, orientamos que ela volte para casa e tome os devidos cuidados", destaca a instrutora Lucimar Ribeiro. O aluno Adalto Villela sabe dos perigos de contágio e concorda com o posicionamento da instrutora. "Apoio a iniciativa de orientar a pessoa com sinais de gripe a retornar à residência. Mesmo com todos os cuidados nunca se sabe o que pode acontecer."

    Preocupação

    Mesmo com a informação difundida, algumas academias não apresentam cuidados de higiene suficientes. A estudante Flávia Guerra não viu nenhum procedimento ser tomado no local onde pratica atividades físicas. "Não vi nenhuma mudança por causa da gripe. A funcionária que passa o álcool nos colchonetes não faz isso sempre. E nunca vi limparem os aparelhos." Ela também acrescenta que a maioria dos usuários da academia não está tomando nenhuma precaução em relação às formas de contágio. Para sua própria segurança, Flávia leva uma toalha para evitar o contato direto nos aparelhos e lava as mãos com álcool gel antes e após os exercícios.

    Segundo Tatiana Lima, na academia onde malha nenhuma informação foi repassada. "Tomo os cuidados, como lavar as mãos frequentemente e evitar colocá-las no rosto, mas nada foi comentado no local."


    *Pablo Cordeiro é estudante do 9º período de Comunicação Social da UFJF

    Os textos são revisados por Madalena Fernandes

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