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    Sexta-feira, 23 de julho de 2010, atualizada às 17h47

    Prefeitura cadastra servidores interessados em trabalhar com urgência e emergência

    Clecius Campos
    Repórter

    O remanejamento de servidores, previsto no decreto de situação de emergência na saúde de Juiz de Fora, começa a se configurar. Nesta sexta-feira, 23 de julho, a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) iniciou um cadastramento de servidores interessados em migrar de outras unidades, e até secretarias, para atuar nas unidades de urgência e emergência. O chamamento foi feito no site da PJF, por meio de um banner com a inscrição Quero trabalhar na urgência e emergência.

    A sondagem dos profissionais já havia sido anunciada pelo prefeito Custódio Mattos, quando salientou a necessidade de recrutamento de pessoal para trabalhar como plantonistas. De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria de Administração e Recurso Humanos (SARH) este é o primeiro passo para o remanejamento.

    O cadastramento está aberto para assistentes de administração, auxiliares de enfermagem, auxiliares operacionais, cirurgiões dentistas, médicos, motoristas, técnicos de laboratório (técnicos de nível médio I - TNM I), assistentes sociais (técnicos de nível superior I - TNS I), enfermeiros (TNS I), farmacêuticos-bioquímicos (TNS I), fisioterapeutas (TNS I) e nutricionistas (TNS I). O servidor interessado deve entrar no site da PJF e preencher o formulário com os números do CPF e da matrícula funcional, além da senha usada no sistema "Eu Sou a Prefeitura".

    A SARH informa que ainda não há número exato dos profissionais que irão migrar para a urgência e emergência, nem tão pouco data para o fim do cadastramento e início do remanejamento. Informa também que os profissionais que já compõem o quadro de funcionários plantonistas não correm o risco de serem substituídos. De acordo com a assessoria da pasta, a secretaria ainda não definiu se os profissionais remanejados receberão adicional de penosidade ou gratificação similar por trabalhar em regime de plantão. Dessa forma, o órgão ainda não pode calcular que gastos extras a medida pode gerar.

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