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    Elizabeth Soares Elizabeth Soares 15/12/2011


    É preciso olhar para os lados: O esforço individual não basta

    Foto de mãos unidasChega o final de mais um ano e diversos movimentos são promovidos pelas empresas com o objetivo de reunir profissionais, confraternizar e incentivar o espírito de equipe. Este investimento tem uma boa razão: a obtenção de resultados só se conquista através do esforço coletivo. O velho ditado de que "uma andorinha só não faz verão" muito bem se aplica à realidade das organizações em que um talento só não faz o todo acontecer. Para uma empresa funcionar, é preciso que sua equipe trabalhe na mesma sintonia.

    E aí vem a pergunta: o que gera a liga capaz de reunir pessoas em um mesmo ritmo, recebendo e dando continuidade às tarefas iniciadas em outros departamentos até chegarem ao resultado esperado? É algo que foge ao controle racional. São as emoções que movem as pessoas. Pense que muitos dos processos que travam ou dos erros que são cometidos repetidamente têm sua origem nas barreiras emocionais construídas entre as pessoas.

    À medida que as empresas detectam a importância das emoções em seus trabalhadores e dos impactos que elas geram, tais como a chamada "inércia coletiva", buscam implantar diversas ações com o objetivo de desenvolverem em sua equipe a habilidade do trabalho conjunto. O fato é que diversos profissionais talentosos reunidos não são garantia de um bom resultado. Os profissionais precisam aprender a olhar para os lados e a se importarem uns com os outros.

    Tem se falado atualmente no conceito de "aprendizagem social" que visa estimular os profissionais a simplesmente conversarem mais dentro de suas empresas. Pode parecer contraditório, mas algumas empresas têm oficializado a troca de experiências de um jeito mais informal. O que ocorre é um ambiente organizacional que muitas vezes inibe a vontade de aprender e interagir. Aí, a empresa precisa oficializar que as pessoas podem se ajudar na execução de suas tarefas, ao invés de ficarem apenas cobrando prazos e empurrando a chamada "batata quente" adiante. O especialista em educação corporativa chamado Jay Cross, formado em Princeton e Harvard, diz que é muito comum encontrarmos nas empresas pessoas de diferentes áreas que não se conversam e que isto precisa ser transformado, pois as soluções para os problemas de uma empresa são encontradas por gente que está disposta a trocar. Faço, portanto, então uma pergunta: você tem procurado olhar para os lados ou está apenas fazendo a sua parte?

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    Elizabeth Soares
    Psicóloga e Coach-Executiva

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