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    Quarta-feira, 23 de março de 2016, atualizada às 11h28

    Idosa perde R$ 15 mil em golpe de falso sequestro por telefone

    Uma idosa, de 85 anos, caiu em um golpe de falso sequestro por telefone e perdeu R$ 15 mil, na última terça-feira, 22 de março, em Juiz de Fora. A vítima recebeu a primeira ligação em seu telefone fixo às 21h30 de segunda-feira, 21 de março, permanecendo mais de 17 horas sob o comando dos bandidos. Este é o segundo caso de falso sequestro registrado na cidade em menos de um mês. O primeiro teve como vítima o subsecretário de Planejamento de Território da Prefeitura de Juiz de Fora, Álvaro Giannini, que ficou sob comando de criminosos por 19 horas, por telefone.

    A idosa contou aos policiais que ao atender ouviu do outro lado da linha uma pessoa chorando, dizendo ser seu filho e que estava sequestrado. Ele ainda falou do dinheiro que os supostos sequestradores exigiam para libertá-lo.

    Conforme o boletim de ocorrência, a vítima acabou acreditando nos criminosos e ainda chegou a perguntar se ele estava bem e se sua mulher e filho também estavam no local. Um outro comparsa tomou a ligação e começou a ordenar a vítima a não desligar o telefone e não procurar outras pessoas. Ele perguntou se ela possuía barras de ouro ou joias e continuou a manipulá-la até o início do funcionamento das agências bancárias.

    Os golpistas chegaram a mandar a idosa ir até o Banco do Brasil na rua Oswaldo Aranha sem conversar com ninguém, pois teria uma pessoa na porta da casa dela e outra no banco para ficar vigiando-a. A vítima fez o primeiro depósito de R$ 10 mil, retornou para casa, fez contato com os bandidos e voltou a rua para realizar outro depósito de R$ 5 mil no Banco Bradesco, na avenida Rio Branco, próximo a rua São João.

    Depois de fazer a última transação bancária, o filho, 46, da idosa chegou em sua casa e somente nesse momento ela percebeu que tudo se tratava de um golpe. A polícia só teve acesso a última conta depositada, pois o primeiro comprovante foi jogado fora pela vítima. A idosa e o filho foram orientados a comparecerem à agência bancária para pedir o bloqueio dos depósitos. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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