Foto: Internet - Cena do filme

Meu namoro com “After” começou em 2019, quando Tessa, uma jovem ingênua e meiga, e Hardin, um rapaz rebelde e angustiado, se apaixonaram diante de mim, na tela do cinema.

O primeiro filme da série, que fortemente nos lembra a história de Elizabeth e Darcy, e que tanto nos recorda seu orgulho e seu preconceito, também traz citações de “O Morro dos Ventos Uivantes”, cativando-nos, com um misto de amor adolescente e clássicos da literatura inglesa.

Após aquele primeiro momento, o mais gostoso de todos, temos um enfraquecimento nas sequências. “After – Depois da Verdade” é consideravelmente insosso, enquanto que “After – Depois do Desencontro” beira a um “365 Dias”, com alguma tentativa de roteiro.

“After – Depois da Promessa”, o início do fim da saga, estreou neste fim de semana, mostrando que um final feliz pode se dar na trama e também na obra como um todo.

O longa tem uma coesão muito mais interessante que os dois anteriores, sem a necessidade de utilizar-se do sexo e da beleza do casal principal para segurar o público.

Dessa vez, o filme nos traz diálogos, e nos traz romance juvenil também. É a isso que ele se destina e o faz muito bem.

A quarta película, que se divide em duas partes, mostra que um “fim de namoro” pode ser uma bela lembrança a ser guardada.

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