O Festival Internacional de Cinema e Cultura da Diversidade (FESTICIDI) realiza oficinas práticas de audiovisual voltadas para estudantes da rede pública municipal. A ação contemplará alunos das escolas E.M. Engenheiro André Rebouças, no Milho Branco, E.M. Amélia Mascarenhas, em São Bernardo, e E.M. Aurea Bicalho, no Linhares.
A proposta pedagógica busca aproximar os jovens da linguagem cinematográfica por meio de experiências “mão na massa” com o uso de tecnologias acessíveis - celulares equipados com microfones de lapela. A iniciativa parte de uma das frentes do festival, cinema e educação, a fim de estimular o debate e a criação artística em torno de temas urgentes e fundamentais: território, desigualdade ambiental, memória e pertencimento.
A proposta reafirma o compromisso da Associação CineFanon e do seu festival, FESTICIDI, em utilizar o cinema e o audiovisual como uma ferramenta transformadora e pedagógica, implicando as vozes dos alunos para expressarem suas visões sobre a própria realidade local e comunitária . “Iniciativas como essa propiciam maior formação para os alunos, ampliando seus repertórios de mundo por meio da linguagem audiovisual. A Lei nº 13.006 estabelece a obrigatoriedade de as escolas públicas e privadas reservarem ao menos duas horas mensais de sua carga horária para a exibição de produções cinematográficas nacionais, iniciativas que se conectam diretamente. Os alunos precisam ter essas experiências com filmes: ver e fazer. São jovens em transição da adolescência para a vida adulta, e o consumo de arte contribui para a formação de cidadãos mais críticos.” Comenta Ugo Soares, presidente da Associação.
Os alunos terão o acompanhamento de três oficineiros, e o plano de trabalho será dividido em quatro etapas: Introdução da equipe e do projeto; Organização das ideias e elaboração do plano de filmagem; Produção e captação de imagens; Exposição dos conceitos formulados pelos grupos
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