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    Quarta, 01 de agosto de 2007, atualizada às 13h23

    Greve dos Servidores da UFJF pode ser definida nesta sexta


    Fernanda Leonel
    Repórter

    A greve dos servidores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) pode ser definida nesta sexta-feira, 03 de agosto. Já está marcada uma assembléia, a partir de 14h, para definir os rumos do movimento.

    A expectativa é no dia no encontro, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Juiz de Fora (Sintufejuf), já de posse do resultado de duas reuniões decisivas que acontecem nesta quarta e quinta-feira, 1º e 2 de agosto, em Brasília, possam decidir sobre a manutenção ou fim da paralisação.

    Segundo o coordenador geral do sindicato, Paulo Dimas, o maior impasse nas negociações entre os servidores das federais e governo está na definição das tabelas salariais. A paralisação na UFJF completa 66 dias nesta quarta.

    No caso de manutenção do movimento grevista, mesmo após a assembléia do próximo dia 06, a categoria promete um ato público no Campus da universidade na próxima segunda-feira, data prevista e confirmada pela assessoria de imprensa da universidade para início das aulas.

    E, segundo Paulo Dimas, se até a data da colação, que acontece em três dias diferentes - o impasse entre governo e servidores continuar, o Sintufejuf vai usar da palavra durante a cerimônia, para explicar para todos os motivos da greve.

    A greve dos servidores técnico-administrativos já atinge 43 universidades federais, de um total de 47. Além do reajuste salarial, a classe pretende garantir o direito de greve, abalado por projeto de lei, que prevê novas regras para greves no funcionalismo público.

    O grupo reivindica, ainda, igualdade de direitos entre servidores ativos e aposentados e a retirada do Projeto de Lei Complementar PLP 01/07 do Congresso Nacional - considerada por eles como uma proposta que limita o crescimento real da folha de salários dos servidores em 1,5%, assim como gastos com recursos humanos no serviço público. A greve também acontece contra a proposta de transformação dos hospitais universitários em fundações estatais de direito privado.

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