SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Na Copa do Mundo dividida em três países, a primeira cerimônia de abertura, na Cidade do México, foi tão rápida quanto um show do intervalo.
Na terceira festa do gênero no Estádio Azteca, artistas latinos se revezaram mais rápido que grupos de quadrilhas de festa junina.
A primeira atração musical foi com o veterano grupo de pop rock Maná, quase tão antigos quanto a Copa de 1986 (a segunda no México, depois do Mundial de 1970).
Depois, entraram o cantor venezuelano Danny Ocean, conhecido por "Me Rehúso"; a artista Belinda Peregrín em parceria com o grupo Los Ángeles Azules; o rapper J. Balvin e o cantor de reggaeton Ryan Castro.
Tudo antes da principal atração da festa: a colombiana Shakira, que cantou a música oficial do torneio, "Dai Dai", ao lado do cantor nigeriano Burna Boy.
A música é uma tentativa de tentar repetir o sucesso de "Waka Waka", uma das músicas mais lembradas da história das Copas, e que sobrevive até hoje -provavelmente ao contrário do que acontecerá com a "Waka Waka" 2.0.
Também teve uma rápida aparição de bonecos Labubus -em vez das mascotes oficiais do torneio, que no momento musical não deram as caras. Oficialmente, são três mascotes: os Estados Unidos são representados pela águia batizada de Clutch, enquanto o Canadá tem o alce Maple. Para o México, foi escolhida a onça-pintada Zayu.
Com Shakira precedendo a abertura México x África do Sul, a festa foi uma espécie de déjà-vu de 2010. Na Copa africana, o confronto terminou empatado, por 1 a 1.
Nesta sexta (12), a Copa terá mais duas cerimônias de abertura. A primeira será no Canadá, com atrações como Alanis Morissette e Michael Bublé, em Toronto, precedendo a partida entre os donos da casa e a Bósnia-Herzegovina, às 16h.
À noite, antes de EUA x Paraguai (22h), em Los Angeles, a festa terá Katy Perry, Anitta e o rapper Future.
Das 104 partidas programadas para a Copa, 13 serão disputadas em solo mexicano, outras 13 no Canadá e as 78 restantes nos EUA, incluindo a final --com show do intervalo.