Nome do Colunista Matheus Brum 25/04/2016

Tic Tac Carijó

fotoCaros (as) amigos (as), faltam exatamente 18 dias para a estreia do Tupi na Série B do Campeonato Brasileiro. A partida contra o Goiás, no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, vai marcar o início da trajetória da equipe na principal competição da sua história. Por essa importância, todos nós, tanto da imprensa quanto torcedores, estamos acompanhando de perto o processo de montagem do elenco, depois do decepcionante nono lugar no Mineiro.

O feriado foi de agitação em Santa Terezinha, vários jogadores foram apresentados. O goleiro Rafael Santos (Madureira), o lateral direito Filippe Formiga (Madureira), o zagueiro Heitor (XV de Piracicaba) e o meia-atacante Jonathan Oliveira (Guarani), se juntaram ao atacante Thiago Silvy, que já havia sido apresentado.

Até agora, alguns jogadores foram dispensados. O goleiro George, os laterais Osmar e Pirão, o zagueiro Fabrício Soares, o meia Koslowsky e os atacantes Michel Douglas e Romário. Sidimar não foi dispensado, mas a lesão no joelho vai deixá-lo no estaleiro durante oito meses, fazendo com que o melhor defensor do elenco fique de fora da Segunda Divisão.

No sábado pela manhã, o Galo enfrentou o Minas, time amador de Lima Duarte, e venceu por 3 a 0, no Mário Helênio. O placar pode até dar pinta de goleada, mas é preciso ter cautela. O adversário não possuí jogadores profissionais, e o "Fantasma do Mineirão" jogou com um time muito desfalcado, com jogadores improvisados. Drubscky mandou a campo Glaysson; Ygor, Davy, Hélder e Thiaguinho; Felipe Alves e Rafael Jataí; Thiago Silvy, Renato Silva e Hiroshi; Michel Henrique.

Na coletiva pós-jogo, o treinador destacou que está a procura de quatro reforços, e que eles são para as posições de lateral esquerdo, zagueiro e volante. Ele reforçou também que as saídas de Osmar, Fabrício Soares e Koslowsky não foram pela questão da idade, e sim por questão técnico-táticas. Por fim, afirmou que deseja uma equipe mais rápida, mais veloz, com marcação mais forte e mais guerreiro.

Acredito que o Carijó precisa de mais do que quatro jogadores. Se a gente observar o time que entrou em campo nesse final de semana, iremos perceber que é uma equipe muito mais fraca do que a que jogou no Estadual. A lesão de Sidimar vai ser sentida pelo time, por ser o principal zagueiro. Com a saída de Fabrício, o elenco conta apenas com Davy, Hélder e Euller. O sistema defensivo ganhou mais uma opção com a chegada de Heitor. Porém, isso é muito pouco para o nacional. No mínimo mais dois zagueiros de nível titular precisam ser contratados.

fotoAinda na entrevista, Drubscky citou que os jogadores em contato com o alvinegro estão "pedindo um pouquinho a mais do que podemos dar". Por isso bato na tecla de que na hora do contato é preciso levar um plano de carreira, mostrando as vantagens de jogar em Juiz de Fora, e que a visibilidade que o atleta terá aqui pode suprir a diferença financeira em relação a uma outra equipe.

O relógio em Santa Terezinha continua a correr, cada vez mais forte. Entrosar um time não é nada fácil. A Série B é uma competição longa, mas os deslocamentos vão afetar muitos os treinos. Ficar na esperança de que o time "vai dar liga" durante a competição, pode ser a ruína Carijó. Novos reforços vem por aí. Pelos comentários da diretoria, nenhum grande nome deve desembarcar em Juiz de Fora. Drubscky vai ter talvez a maior missão da sua carreira: fazer um time de "operários" operar uma engrenagem muito bem montada, e fazer um campeonato tranquilo, sem deixar a "peteca cair".

Não podemos fazer juízo de valor em relação aos jogadores novatos. No ano passado foi a mesma coisa, muitos atletas vieram de times que foram mal nos estaduais, e deram certo aqui. Mas, apostar na mesma fórmula pode ser arriscado. Enquanto o "tic tac" fica mais forte, os torcedores continuam "roendo suas unhas", na ansiedade para o início do Brasileirão.


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Já foi estagiário na Rádio CBN Juiz de Fora. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras"; colaborador da Web Rádio Nac, apresentando uma coluna de opinião diariamente; editor e apresentador do programa Mosaico, que vai ao ar semanalmente na TVE, canal 12, e é membro da Acesso Comunicação Júnior, Empresa Júnior da Faculdade de Comunicação da UFJF, trabalhando no Departamento de Projetos e no núcleo de Jornalismo.

Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opinião dos autores não necessariamente expressa a linha editorial e a visão do Portal ACESSA.com

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Nome do Colunista Matheus Brum 25/04/2016

Tic Tac Carijó

fotoCaros (as) amigos (as), faltam exatamente 18 dias para a estreia do Tupi na Série B do Campeonato Brasileiro. A partida contra o Goiás, no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, vai marcar o início da trajetória da equipe na principal competição da sua história. Por essa importância, todos nós, tanto da imprensa quanto torcedores, estamos acompanhando de perto o processo de montagem do elenco, depois do decepcionante nono lugar no Mineiro.

O feriado foi de agitação em Santa Terezinha, vários jogadores foram apresentados. O goleiro Rafael Santos (Madureira), o lateral direito Filippe Formiga (Madureira), o zagueiro Heitor (XV de Piracicaba) e o meia-atacante Jonathan Oliveira (Guarani), se juntaram ao atacante Thiago Silvy, que já havia sido apresentado.

Até agora, alguns jogadores foram dispensados. O goleiro George, os laterais Osmar e Pirão, o zagueiro Fabrício Soares, o meia Koslowsky e os atacantes Michel Douglas e Romário. Sidimar não foi dispensado, mas a lesão no joelho vai deixá-lo no estaleiro durante oito meses, fazendo com que o melhor defensor do elenco fique de fora da Segunda Divisão.

No sábado pela manhã, o Galo enfrentou o Minas, time amador de Lima Duarte, e venceu por 3 a 0, no Mário Helênio. O placar pode até dar pinta de goleada, mas é preciso ter cautela. O adversário não possuí jogadores profissionais, e o "Fantasma do Mineirão" jogou com um time muito desfalcado, com jogadores improvisados. Drubscky mandou a campo Glaysson; Ygor, Davy, Hélder e Thiaguinho; Felipe Alves e Rafael Jataí; Thiago Silvy, Renato Silva e Hiroshi; Michel Henrique.

Na coletiva pós-jogo, o treinador destacou que está a procura de quatro reforços, e que eles são para as posições de lateral esquerdo, zagueiro e volante. Ele reforçou também que as saídas de Osmar, Fabrício Soares e Koslowsky não foram pela questão da idade, e sim por questão técnico-táticas. Por fim, afirmou que deseja uma equipe mais rápida, mais veloz, com marcação mais forte e mais guerreiro.

Acredito que o Carijó precisa de mais do que quatro jogadores. Se a gente observar o time que entrou em campo nesse final de semana, iremos perceber que é uma equipe muito mais fraca do que a que jogou no Estadual. A lesão de Sidimar vai ser sentida pelo time, por ser o principal zagueiro. Com a saída de Fabrício, o elenco conta apenas com Davy, Hélder e Euller. O sistema defensivo ganhou mais uma opção com a chegada de Heitor. Porém, isso é muito pouco para o nacional. No mínimo mais dois zagueiros de nível titular precisam ser contratados.

fotoAinda na entrevista, Drubscky citou que os jogadores em contato com o alvinegro estão "pedindo um pouquinho a mais do que podemos dar". Por isso bato na tecla de que na hora do contato é preciso levar um plano de carreira, mostrando as vantagens de jogar em Juiz de Fora, e que a visibilidade que o atleta terá aqui pode suprir a diferença financeira em relação a uma outra equipe.

O relógio em Santa Terezinha continua a correr, cada vez mais forte. Entrosar um time não é nada fácil. A Série B é uma competição longa, mas os deslocamentos vão afetar muitos os treinos. Ficar na esperança de que o time "vai dar liga" durante a competição, pode ser a ruína Carijó. Novos reforços vem por aí. Pelos comentários da diretoria, nenhum grande nome deve desembarcar em Juiz de Fora. Drubscky vai ter talvez a maior missão da sua carreira: fazer um time de "operários" operar uma engrenagem muito bem montada, e fazer um campeonato tranquilo, sem deixar a "peteca cair".

Não podemos fazer juízo de valor em relação aos jogadores novatos. No ano passado foi a mesma coisa, muitos atletas vieram de times que foram mal nos estaduais, e deram certo aqui. Mas, apostar na mesma fórmula pode ser arriscado. Enquanto o "tic tac" fica mais forte, os torcedores continuam "roendo suas unhas", na ansiedade para o início do Brasileirão.


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Já foi estagiário na Rádio CBN Juiz de Fora. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras"; colaborador da Web Rádio Nac, apresentando uma coluna de opinião diariamente; editor e apresentador do programa Mosaico, que vai ao ar semanalmente na TVE, canal 12, e é membro da Acesso Comunicação Júnior, Empresa Júnior da Faculdade de Comunicação da UFJF, trabalhando no Departamento de Projetos e no núcleo de Jornalismo.

Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opinião dos autores não necessariamente expressa a linha editorial e a visão do Portal ACESSA.com

Nome do Colunista Matheus Brum 25/04/2016

Tic Tac Carijó

fotoCaros (as) amigos (as), faltam exatamente 18 dias para a estreia do Tupi na Série B do Campeonato Brasileiro. A partida contra o Goiás, no Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, vai marcar o início da trajetória da equipe na principal competição da sua história. Por essa importância, todos nós, tanto da imprensa quanto torcedores, estamos acompanhando de perto o processo de montagem do elenco, depois do decepcionante nono lugar no Mineiro.

O feriado foi de agitação em Santa Terezinha, vários jogadores foram apresentados. O goleiro Rafael Santos (Madureira), o lateral direito Filippe Formiga (Madureira), o zagueiro Heitor (XV de Piracicaba) e o meia-atacante Jonathan Oliveira (Guarani), se juntaram ao atacante Thiago Silvy, que já havia sido apresentado.

Até agora, alguns jogadores foram dispensados. O goleiro George, os laterais Osmar e Pirão, o zagueiro Fabrício Soares, o meia Koslowsky e os atacantes Michel Douglas e Romário. Sidimar não foi dispensado, mas a lesão no joelho vai deixá-lo no estaleiro durante oito meses, fazendo com que o melhor defensor do elenco fique de fora da Segunda Divisão.

No sábado pela manhã, o Galo enfrentou o Minas, time amador de Lima Duarte, e venceu por 3 a 0, no Mário Helênio. O placar pode até dar pinta de goleada, mas é preciso ter cautela. O adversário não possuí jogadores profissionais, e o "Fantasma do Mineirão" jogou com um time muito desfalcado, com jogadores improvisados. Drubscky mandou a campo Glaysson; Ygor, Davy, Hélder e Thiaguinho; Felipe Alves e Rafael Jataí; Thiago Silvy, Renato Silva e Hiroshi; Michel Henrique.

Na coletiva pós-jogo, o treinador destacou que está a procura de quatro reforços, e que eles são para as posições de lateral esquerdo, zagueiro e volante. Ele reforçou também que as saídas de Osmar, Fabrício Soares e Koslowsky não foram pela questão da idade, e sim por questão técnico-táticas. Por fim, afirmou que deseja uma equipe mais rápida, mais veloz, com marcação mais forte e mais guerreiro.

Acredito que o Carijó precisa de mais do que quatro jogadores. Se a gente observar o time que entrou em campo nesse final de semana, iremos perceber que é uma equipe muito mais fraca do que a que jogou no Estadual. A lesão de Sidimar vai ser sentida pelo time, por ser o principal zagueiro. Com a saída de Fabrício, o elenco conta apenas com Davy, Hélder e Euller. O sistema defensivo ganhou mais uma opção com a chegada de Heitor. Porém, isso é muito pouco para o nacional. No mínimo mais dois zagueiros de nível titular precisam ser contratados.

fotoAinda na entrevista, Drubscky citou que os jogadores em contato com o alvinegro estão "pedindo um pouquinho a mais do que podemos dar". Por isso bato na tecla de que na hora do contato é preciso levar um plano de carreira, mostrando as vantagens de jogar em Juiz de Fora, e que a visibilidade que o atleta terá aqui pode suprir a diferença financeira em relação a uma outra equipe.

O relógio em Santa Terezinha continua a correr, cada vez mais forte. Entrosar um time não é nada fácil. A Série B é uma competição longa, mas os deslocamentos vão afetar muitos os treinos. Ficar na esperança de que o time "vai dar liga" durante a competição, pode ser a ruína Carijó. Novos reforços vem por aí. Pelos comentários da diretoria, nenhum grande nome deve desembarcar em Juiz de Fora. Drubscky vai ter talvez a maior missão da sua carreira: fazer um time de "operários" operar uma engrenagem muito bem montada, e fazer um campeonato tranquilo, sem deixar a "peteca cair".

Não podemos fazer juízo de valor em relação aos jogadores novatos. No ano passado foi a mesma coisa, muitos atletas vieram de times que foram mal nos estaduais, e deram certo aqui. Mas, apostar na mesma fórmula pode ser arriscado. Enquanto o "tic tac" fica mais forte, os torcedores continuam "roendo suas unhas", na ansiedade para o início do Brasileirão.


Matheus Brum nascido e criado em Juiz de Fora, jornalista em formação pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e desde criança, apaixonado pelo Flamengo e por esportes. Já foi estagiário na Rádio CBN Juiz de Fora. Atualmente é escritor do blog "Entre Ternos e Chuteiras"; colaborador da Web Rádio Nac, apresentando uma coluna de opinião diariamente; editor e apresentador do programa Mosaico, que vai ao ar semanalmente na TVE, canal 12, e é membro da Acesso Comunicação Júnior, Empresa Júnior da Faculdade de Comunicação da UFJF, trabalhando no Departamento de Projetos e no núcleo de Jornalismo.

Os autores dos artigos assumem inteira responsabilidade pelo conteúdo dos textos de sua autoria. A opinião dos autores não necessariamente expressa a linha editorial e a visão do Portal ACESSA.com