SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Dias depois de agentes do CBP (Alfândega e Proteção de Fronteiras) matarem a tiros o enfermeiro Alex Pretti durante protesto em Minneapolis, o presidente Donald Trump decidiu demitir o comandante da operação na cidade, reportou nesta segunda-feira (26) a revista The Atlantic.
Gregory Bovino, conhecido como um defensor da truculência das operações de deportação e por usar roupas que suscitaram comparações a vestes nazistas, voltará ao cargo que tinha antes do governo Trump, como oficial do CBP na Califórnia, e deverá se aposentar em breve, ainda segundo a Atlantic.
Bovino recebeu do governo Trump o cargo de "comandante-geral" do CBP, uma posição que não existia anteriormente e cujas atribuições não estavam claras. O agente se tornou um dos principais oficiais da proteção de fronteiras a dar entrevistas coletivas e conversar com a imprensa, tendo comandado ainda operações de deportação em massa em Los Angeles e Chicago.
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