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    Quinta-feira, 10 de janeiro de 2008, atualizada às 17h33

    Secretaria de Saúde de Juiz de Fora garante que cidade está livre da febre amarela


    Thiago Werneck
    Repórter

    A grande preocupação da população brasileira com a febre amarela não passa de um alarde desnecessário. Essa é a posição da chefe do Departamento de Vigilância em Juiz de Fora, Viviane Carneiro. "Só tem que vacinar quem tiver certeza que não se preveniu na campanha de 2001. Essa correria para vacinar é não precisa ser feita. Até o ministro da saúde já declarou que não há riscos de epidemia".

    A vacina da febre amarela tem duração de dez anos e a última campanha de vacinação contra a doença, em Juiz de Fora, aconteceu em 2001 e atingiu mais de 90% da população. Para quem está certo de que não foi vacinado, basta procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), que o serviço é feito de forma gratuita. Caso a UBS procurada não tenha doses, uma outra deve ser indicada.

    Só em caso de viagens para as regiões centro-oeste e norte, e outras áreas específicas de alguns estados uma dose deve ser ministrada. "A vacina, hoje, é importante para quem fizer turismo ecológico ou viajar para uma área de risco, como oeste de Minas Gerais, não há qualquer preocupação em relação à Juiz de Fora", garante.

    As contra-indicações gerais são para crianças menores de 6 meses de idade, portadores do vírus HIV/AIDS que deve obter uma indicação médica específica para sua aplicação, pacientes sob tratamentos com imunossupressores (corticóides, quimioterapia antineoplásica, radioterapia, transplantados, etc.); em mulheres grávidas como regra geral e pessoas com história de reação alérgica após ingestão de ovo.

    A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, febril, de natureza viral. O mal pode levar à morte em uma semana. O período de incubação é de três a seis dias após a picada do mosquito infectado.

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