Horóscopo do dia

22 de fevereiro de 2024, quinta-feira

(22 de novembro a 21 de dezembro) - O seu dia: quadro que aponta fortes e motivadores fatores para a retomada de antigas relações sociais. Interesses: destaque para o crescimento de patrimônio em momento benéfico para o trabalho. Vida íntima: você se mostrará cuidadoso e sensível para detalhes que podem alterar suas relações.

Mês Astral: Sagitário sob a regência do Sol em Aquário

Regente: Júpiter
Elemento: Fogo
Personalidade: O vidente e místico Michel de Nostradamus, autor das mais comentadas das previsões na história recente da humanidade.

(22 de novembro a 21 de dezembro) - Com o Sol regendo a casa IV para os sagitarianos e as influências até a próxima mudança de regência solar acontecem basicamente sobre o que estiver relacionado à vida em família e o apego a tudo o que estiver ligado ao ambiente doméstico. Nesta fase, predominam as relações do cotidiano, o pai e a sua representação de autoridade e centro de atenções. No campo material a fase é aquela em que o nativo lidará com êxito da oposição e dos obstáculos no trabalho e profissão, tudo o que estiver ligado à agricultura e à terra, incluída aí a mineração. No corpo, rege o aparelho digestivo.

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Adiamento de reoneração para 2025 será negociado em projeto de lei

O adiamento da reoneração da folha de pagamento para 2025 será negociado no projeto de lei que substituirá a medida provisória editada no fim do ano passado, disse nesta quarta-feira (21) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele reuniu-se ao longo do dia com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para discutir o projeto de lei.

Ministério da Saúde registra 363 mortes na terra yanomami em 1º ano do governo Lula

O Ministério da Saúde registrou 363 mortes de indígenas yanomamis em 2023, primeiro ano do governo Lula (PT) e o primeiro ano com ações de emergência em saúde pública no território tradicional, o maior do país.A quantidade de óbitos notificados é superior ao número oficial de 2022, quando foram apontadas 343 mortes, mas profissionais de saúde não comparam os dois anos em razão da subnotificação elevada de casos no último ano do governo Jair Bolsonaro (PL).