Sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008 atualizada ?s 19h01
Sindicato dos Vigilantes quer levar caso de poss?vel demiss?o de 58 profissionais da seguran?a da UFJF ao Minist?rio P?blico
Subeditora
O Sindicato dos Vigilantes de Juiz de Fora quer levar caso de poss?vel
demiss?o de 58 profissionais da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) para o Minist?rio P?blico.
"J? conversamos informalmente, mas vamos passar o caso
por escrito para o procurador geral da Uni?o"
, informa secret?rio-geral do sindicato,
Josias Luciano Rosa.
Na ter?a-feira, dia 26 de fevereiro, foi protocolado mais um pedido de reuni?o com o reitor da UFJF, Henrique Duque, sobre o caso dos vigilantes que fazem a seguran?o da Universidade. Desta vez, o pedido partiu do vereador Jos? Emanuel (PMN). Segundo a diretoria de comunica??o da UFJF, a carta chegaria ?s m?os do reitor, assim que ele chegasse de Bras?lia, j? que nesta sexta, dia 29 de fevereiro, havia v?rios compromissos marcados. Tamb?m de acordo com informa?es da assessoria, o reitor vai responder ? acrta, assim que resolver outras quest?es que chegaram antes do of?cio.
Para esta reuni?o, foi formada uma comiss?o composta por vereadores, membros da
CUT, do Diret?rio Central dos Estudantes, al?m do Sindicato dos Vigilantes. Segundo
o presidente do Sindicato, Ricardo da Silva, o primeiro
of?cio protocolado com pedido de reuni?o foi feito no dia 20 de agosto de 2007.
"Entreguei um ? secret?ria do reitor e outro diretamente ao superintendente de
seguran?a, Carlos Tostes"
.
O Sindicato diz que a empresa vencedora da licita??o que vai contratar vigilantes
para a seguran?a da UFJF, pretende trabalhar com 50 vigilantes em vez dos
108 existentes. "Ficamos sabendo que no lugar dos 58, entram vigias e porteiros. Mas pela
lei 7102/83, eles n?o podem atuar como repressores do crime"
, diz um dos diretores
do sindicato Joaquim Luiz Ferraz. Segundo o secret?rio-geral do sindicato,
os vigilantes recebem treinamento em
cursos com a Pol?cia Federal. Al?m da demiss?o de 58 vigilantes, que a assessoria da
UFJF ainda n?o confirmou, a preocupa??o ? a inseguran?a no campus.