Terça-feira, 29 de abril de 2008, atualizada às 15h29

Integrantes da CPI sobre o caso Bejani vão a Belo Horizonte buscar provas. Próxima reunião deve acontecer na sexta



Priscila Magalhães
Repórter

Os vereadores Bruno Siqueira (PMDB), Rodrigo Mattos (PSDB) e Isauro Calais (PMN), que compõem a CPI para investigar o desvio de verbas e o enriquecimento ilícito do prefeito Alberto Bejani foram para Belo Horizonte e passaram a manhã desta terça-feira, 29 de abril, na sede da Polícia Federal. Lá eles se encontraram com o delegado Mário Veloso, responsável pelo inquérito que investiga o desvio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Segundo o presidente da CPI, Isauro Calais, eles não tiveram acesso a documentos e nem a provas, pois tudo está sob sigilo. "Mas foi produtivo, pois conversamos sobre toda a Operação Pasárgada". O vereador não disse se a visita à PF contribuiu com alguma idéia que ajude nas investigações em Juiz de Fora.

Os depoimentos devem acontecer na próxima semana. "Mas não posso afirmar", completa. Quatro pessoas já foram convocadas para prestar esclarecimentos, entre elas a subsecretária da Fazenda, Marlene de Paula Bassoli, e o procurador geral do município, Leon Gilson Alvim. As outras duas, Marco Vitório Macacchero e Georgimar Ferreira, vão precisar explicar o motivo de dois carros encontrados na casa do Prefeito estarem em seu nome.

Segundo a assessoria de imprensa da Câmara Municipal, a CPI também pediu a lista de pessoas que prestam serviços para o prefeito, em sua casa, fazenda e em Angra dos Reis. A próxima reunião da CPI está marcada para esta sexta-feira, 02 de maio, mas pode ser adiada. "Nós vamos decidir sobre a necessidade dessa reunião. Se não for necessária, vamos remarcá-la para segunda".

Os vereadores José Emanuel (PSC) e Cidão (DEM) também fazem parte da CPI. O primeiro não pôde ir a Belo Horizonte, mas mandou um representante.

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