Setor t?xtil de JF aprova greve, mas adesão não é total

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Quarta-feira, 19 de setembro de 2012, atualizada às 12h40

Setor têxtil de JF aprova greve, mas adesão não é total

Andréa Moreira
Repórter
Costureira

O Sindicato dos Trabalhadores Têxteis de Juiz de Fora decidiu, em assembleia, realizada na noite da última terça-feira, 18 de setembro, deflagrar a greve da categoria.

Apesar da decisão dos presentes no encontro, a adesão no município não é total, como revela a presidente do sindicato, Maria de Fátima Lage Barra. "Já tivemos a adesão total de uma fábrica. Agora, nós iremos percorrer todas as empresas da cidade, apresentando aos funcionários nossas exigências e informando sobre a importância de eles aderirem à nossa causa," explica a presidente, afirmando que o sindicato só irá parar com as abordagens nas portas das fábricas quando conseguirem atingir 100% de paralisação.

Reivindicações

De acordo com a presidente do sindicato, a categoria exige um piso salarial de R$ 800, mais reajuste de 10% para todos os funcionários. Além disso, eles querem a implantação do tíquete de alimentação, no valor de R$ 143, vale-transporte para todas as categorias e auxílio-creche.

Entre as reivindicações da categoria, está a liberdade de expressão, como destaca Maria de Fátima. "O sindicato recebeu algumas denúncias na última semana de pessoas que foram demitidas, pois queriam endossar a greve. Levamos estes casos ao Ministério Público e estamos aguardando uma posição."

Os textos são revisadoa por Mariana Benicá

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Quarta-feira, 19 de setembro de 2012, atualizada às 12h40

Setor têxtil de JF aprova greve, mas adesão não é total

Andréa Moreira
Repórter
Costureira

O Sindicato dos Trabalhadores Têxteis de Juiz de Fora decidiu, em assembleia, realizada na noite da última terça-feira, 18 de setembro, deflagrar a greve da categoria.

Apesar da decisão dos presentes no encontro, a adesão no município não é total, como revela a presidente do sindicato, Maria de Fátima Lage Barra. "Já tivemos a adesão total de uma fábrica. Agora, nós iremos percorrer todas as empresas da cidade, apresentando aos funcionários nossas exigências e informando sobre a importância de eles aderirem à nossa causa," explica a presidente, afirmando que o sindicato só irá parar com as abordagens nas portas das fábricas quando conseguirem atingir 100% de paralisação.

Reivindicações

De acordo com a presidente do sindicato, a categoria exige um piso salarial de R$ 800, mais reajuste de 10% para todos os funcionários. Além disso, eles querem a implantação do tíquete de alimentação, no valor de R$ 143, vale-transporte para todas as categorias e auxílio-creche.

Entre as reivindicações da categoria, está a liberdade de expressão, como destaca Maria de Fátima. "O sindicato recebeu algumas denúncias na última semana de pessoas que foram demitidas, pois queriam endossar a greve. Levamos estes casos ao Ministério Público e estamos aguardando uma posição."

Os textos são revisadoa por Mariana Benicá

Quarta-feira, 19 de setembro de 2012, atualizada às 12h40

Setor têxtil de JF aprova greve, mas adesão não é total

Andréa Moreira
Repórter

O Sindicato dos Trabalhadores Têxteis de Juiz de Fora decidiu, em assembleia, realizada na noite da última terça-feira, 18 de setembro, deflagrar a greve da categoria.

Apesar da decisão dos presentes no encontro, a adesão no município não é total, como revela a presidente do sindicato, Maria de Fátima Lage Barra. "Já tivemos a adesão total de uma fábrica. Agora, nós iremos percorrer todas as empresas da cidade, apresentando aos funcionários nossas exigências e informando sobre a importância de eles aderirem à nossa causa," explica a presidente, afirmando que o sindicato só irá parar com as abordagens nas portas das fábricas quando conseguirem atingir 100% de paralisação.

Reivindicações

De acordo com a presidente do sindicato, a categoria exige um piso salarial de R$ 800, mais reajuste de 10% para todos os funcionários. Além disso, eles querem a implantação do tíquete de alimentação, no valor de R$ 143, vale-transporte para todas as categorias e auxílio-creche.

Entre as reivindicações da categoria, está a liberdade de expressão, como destaca Maria de Fátima. "O sindicato recebeu algumas denúncias na última semana de pessoas que foram demitidas, pois queriam endossar a greve. Levamos estes casos ao Ministério Público e estamos aguardando uma posição."

Os textos são revisadoa por Mariana Benicá

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