Terça-feira, 24 de setembro de 2013, atualizada às 16h

Sem negociação, cerca de 40 funcionários dos Correios estão em greve

Jorge Júnior
Editor
correios

A greve do Correios continua em Juiz de Fora. Aproximadamente 40 funcionários estão parados, o que representa 10% de setor no município, segundo informações do diretor financeiro do Sindicato dos Trabalhadores em Empresa de Comunicação Postal (Sintect/JFA), Alan Marques. De acordo com o sindicalista, o movimento que começou na última quarta-feira, 18 de setembro, esta ganhando cada vez mais forças. Além da cidade, em Barbacena 50 trabalhadores que atuam no teleatedimento também estão de braços cruzados. "Dos 35 sindicatos do Brasil, 29 estão parados. Só estamos esperando a data da audiência do dissídio. Até o momento, a única informação que temos é que foi designado o relator que tratará do caso."

Segundo o Marques, o setor mais afetado na cidade é o dos motoristas. "Quase metade do efetivo está parado. Os serviços de Sedex 10 e Sedex Hoje estão suspensos pela empresa, por falta de mão de obra." Nesta quarta-feira, 25, um ato da categoria está marcado para ocorrer, juntamente com o sindicato dos bancários.

Em nota, a assessoria da instituição afirmou que os Correios irão pagar, até o dia 3 de outubro, as diferenças do reajuste de 8% referentes aos meses de agosto e setembro aos trabalhadores que fazem parte da base dos sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru/SP, Rio Grande do Norte e Rondônia, que assinaram o Acordo Coletivo de Trabalho — já protocolado pela empresa junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) com pedido de extensão aos demais sindicatos. Esses empregados receberão essas diferenças por meio de crédito bancário.

Em respeito aos mais de 90% dos trabalhadores dos Correios que não aderiram à paralisação parcial e continuam em atividade normalmente, a empresa reafirma seu compromisso de estender as vantagens do acordo para todos, o que ocorrerá se os demais sindicatos assinarem o acordo até quinta-feira, 26.

"Em Minas a adesão é menor que a nacional e 96,5% dos empregados estão trabalhando normalmente. A rede de atendimento está aberta em todo Brasil e todos os serviços, inclusive o SEDEX e o Banco Postal, estão disponíveis - com exceção da postagem, entrega e coleta de encomendas com hora marcada nos locais com paralisação deflagrada."

Mais de 30 agências bancárias estão paralisadas em Juiz de Fora

A greve dos bancários em Juiz de Fora já dura seis dias. Nesta terça-feira, 24 de setembro, 34 agências não funcionaram na cidade. Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários da Zona da Mata e Sul de Minas, Robson Marques, a adesão dessas redes corresponde a um total de 900 funcionários parados. "Na Zona da Mata são 41 agências e 1200 trabalhadores paralisados." De acordo com o representante da categoria, os serviços nos caixas eletrônicos estão funcionando normalmente. Para esta quarta-feira, está marcada a Cachorrada dos banqueiros, na qual será distribuída cachorro-quente à população. O ato será na rua Halfeld, em frente ao Banco do Brasil, às 15h.

A categoria reivindica reajuste de 11,93% de reajuste (inflação mais 5% de aumento real), valorização do piso salarial, PLR maior, mais empregos e fim da rotatividade, melhores condições de saúde e trabalho, mais segurança nas agências e igualdade de oportunidades. Os bancos apresentaram a única proposta no dia 5 de setembro, com reajuste de 6,1% (que apenas repõe a inflação), rejeitada pelos bancários em assembleias em todo o país.

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Terça-feira, 24 de setembro de 2013, atualizada às 16h

Sem negociação, cerca de 40 funcionários dos Correios estão em greve

Jorge Júnior
Editor
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A greve do Correios continua em Juiz de Fora. Aproximadamente 40 funcionários estão parados, o que representa 10% de setor no município, segundo informações do diretor financeiro do Sindicato dos Trabalhadores em Empresa de Comunicação Postal (Sintect/JFA), Alan Marques. De acordo com o sindicalista, o movimento que começou na última quarta-feira, 18 de setembro, esta ganhando cada vez mais forças. Além da cidade, em Barbacena 50 trabalhadores que atuam no teleatedimento também estão de braços cruzados. "Dos 35 sindicatos do Brasil, 29 estão parados. Só estamos esperando a data da audiência do dissídio. Até o momento, a única informação que temos é que foi designado o relator que tratará do caso."

Segundo o Marques, o setor mais afetado na cidade é o dos motoristas. "Quase metade do efetivo está parado. Os serviços de Sedex 10 e Sedex Hoje estão suspensos pela empresa, por falta de mão de obra." Nesta quarta-feira, 25, um ato da categoria está marcado para ocorrer, juntamente com o sindicato dos bancários.

Em nota, a assessoria da instituição afirmou que os Correios irão pagar, até o dia 3 de outubro, as diferenças do reajuste de 8% referentes aos meses de agosto e setembro aos trabalhadores que fazem parte da base dos sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru/SP, Rio Grande do Norte e Rondônia, que assinaram o Acordo Coletivo de Trabalho — já protocolado pela empresa junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) com pedido de extensão aos demais sindicatos. Esses empregados receberão essas diferenças por meio de crédito bancário.

Em respeito aos mais de 90% dos trabalhadores dos Correios que não aderiram à paralisação parcial e continuam em atividade normalmente, a empresa reafirma seu compromisso de estender as vantagens do acordo para todos, o que ocorrerá se os demais sindicatos assinarem o acordo até quinta-feira, 26.

"Em Minas a adesão é menor que a nacional e 96,5% dos empregados estão trabalhando normalmente. A rede de atendimento está aberta em todo Brasil e todos os serviços, inclusive o SEDEX e o Banco Postal, estão disponíveis - com exceção da postagem, entrega e coleta de encomendas com hora marcada nos locais com paralisação deflagrada."

Mais de 30 agências bancárias estão paralisadas em Juiz de Fora

A greve dos bancários em Juiz de Fora já dura seis dias. Nesta terça-feira, 24 de setembro, 34 agências não funcionaram na cidade. Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários da Zona da Mata e Sul de Minas, Robson Marques, a adesão dessas redes corresponde a um total de 900 funcionários parados. "Na Zona da Mata são 41 agências e 1200 trabalhadores paralisados." De acordo com o representante da categoria, os serviços nos caixas eletrônicos estão funcionando normalmente. Para esta quarta-feira, está marcada a Cachorrada dos banqueiros, na qual será distribuída cachorro-quente à população. O ato será na rua Halfeld, em frente ao Banco do Brasil, às 15h.

A categoria reivindica reajuste de 11,93% de reajuste (inflação mais 5% de aumento real), valorização do piso salarial, PLR maior, mais empregos e fim da rotatividade, melhores condições de saúde e trabalho, mais segurança nas agências e igualdade de oportunidades. Os bancos apresentaram a única proposta no dia 5 de setembro, com reajuste de 6,1% (que apenas repõe a inflação), rejeitada pelos bancários em assembleias em todo o país.

Terça-feira, 24 de setembro de 2013, atualizada às 16h

Sem negociação, cerca de 40 funcionários dos Correios estão em greve

Jorge Júnior
Editor
correios

A greve do Correios continua em Juiz de Fora. Aproximadamente 40 funcionários estão parados, o que representa 10% de setor no município, segundo informações do diretor financeiro do Sindicato dos Trabalhadores em Empresa de Comunicação Postal (Sintect/JFA), Alan Marques. De acordo com o sindicalista, o movimento que começou na última quarta-feira, 18 de setembro, esta ganhando cada vez mais forças. Além da cidade, em Barbacena 50 trabalhadores que atuam no teleatedimento também estão de braços cruzados. "Dos 35 sindicatos do Brasil, 29 estão parados. Só estamos esperando a data da audiência do dissídio. Até o momento, a única informação que temos é que foi designado o relator que tratará do caso."

Segundo o Marques, o setor mais afetado na cidade é o dos motoristas. "Quase metade do efetivo está parado. Os serviços de Sedex 10 e Sedex Hoje estão suspensos pela empresa, por falta de mão de obra." Nesta quarta-feira, 25, um ato da categoria está marcado para ocorrer, juntamente com o sindicato dos bancários.

Em nota, a assessoria da instituição afirmou que os Correios irão pagar, até o dia 3 de outubro, as diferenças do reajuste de 8% referentes aos meses de agosto e setembro aos trabalhadores que fazem parte da base dos sindicatos de São Paulo, Rio de Janeiro, Bauru/SP, Rio Grande do Norte e Rondônia, que assinaram o Acordo Coletivo de Trabalho — já protocolado pela empresa junto ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) com pedido de extensão aos demais sindicatos. Esses empregados receberão essas diferenças por meio de crédito bancário.

Em respeito aos mais de 90% dos trabalhadores dos Correios que não aderiram à paralisação parcial e continuam em atividade normalmente, a empresa reafirma seu compromisso de estender as vantagens do acordo para todos, o que ocorrerá se os demais sindicatos assinarem o acordo até quinta-feira, 26.

"Em Minas a adesão é menor que a nacional e 96,5% dos empregados estão trabalhando normalmente. A rede de atendimento está aberta em todo Brasil e todos os serviços, inclusive o SEDEX e o Banco Postal, estão disponíveis - com exceção da postagem, entrega e coleta de encomendas com hora marcada nos locais com paralisação deflagrada."

Mais de 30 agências bancárias estão paralisadas em Juiz de Fora

A greve dos bancários em Juiz de Fora já dura seis dias. Nesta terça-feira, 24 de setembro, 34 agências não funcionaram na cidade. Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários da Zona da Mata e Sul de Minas, Robson Marques, a adesão dessas redes corresponde a um total de 900 funcionários parados. "Na Zona da Mata são 41 agências e 1200 trabalhadores paralisados." De acordo com o representante da categoria, os serviços nos caixas eletrônicos estão funcionando normalmente. Para esta quarta-feira, está marcada a Cachorrada dos banqueiros, na qual será distribuída cachorro-quente à população. O ato será na rua Halfeld, em frente ao Banco do Brasil, às 15h.

A categoria reivindica reajuste de 11,93% de reajuste (inflação mais 5% de aumento real), valorização do piso salarial, PLR maior, mais empregos e fim da rotatividade, melhores condições de saúde e trabalho, mais segurança nas agências e igualdade de oportunidades. Os bancos apresentaram a única proposta no dia 5 de setembro, com reajuste de 6,1% (que apenas repõe a inflação), rejeitada pelos bancários em assembleias em todo o país.