Sexta-feira, 9 de outubro de 2015, atualizada às 14h50

Sindicato dos bancários orienta clientes sobre serviços durante a paralisação

Até esta sexta-feira, 9 de outubro, já aderiram a greve dos bancários 54 agências públicas e privadas em 22 cidades da Zona da Mata e Sul de Minas Gerais. Destas, 38 são de Juiz de Fora. A paralisação teve início na última terça, 6. Conforme orientação do Sindicato dos Bancários (Sintraf), os clientes do município devem procurar as agências do Banco do Brasil na rua Santo Antônio e na avenida Itamar Franco, que não aderiram à greve e estão em funcionamento normal, já a Caixa Econômica na rua Padre Café, no bairro São Mateus, possuí funcionários que optaram por não aderir ao movimento grevista, e, mesmo sem o atendimento presencial estar aberto, se forem requisitados, não poderão recusar atendimento.

Caso o serviço seja negado, o sindicato orienta que o cliente procure a Agência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) para registrar a reclamação, onde receberá as orientações encaminhamentos devidos. O Procon de Juiz de Fora funciona na Avenida Presidente Itamar Franco, 992, no Centro.

Mesmo com a greve, alguns serviços essenciais poderão ser feitos pelo caixa eletrônico, internet banking, telefone, além de casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos credenciados. São eles, a compensação de cheque, saques, transferências, pagamentos, entre outros. Em algumas agências da Caixa os envelopes de depósito estão sendo recolhidos e os clientes são direcionados para as lotéricas. De acordo com o sindicato, a ação é incorreta e caso o usuários se sinta lesado, também pode registrar a reclamação no Procon. "O depósito também é um dos serviços essenciais."

A greve foi aprovada por assembleias durante a última semana, após a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) oferecer reajuste de 5,5% para salários e vales. A proposta inclui abono de R$ 2,5 mil, não incorporado ao salário. Os bancários querem reajuste salarial de 16% (incluindo reposição da inflação mais 5,7% de aumento real), entre outras reivindicações.


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