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    Quarta-feira, 23 de março de 2011, atualizada às 17h

    Museu Mariano Procópio firma parceria para a elaboração de projetos de revitalização do patrimônio

    Jorge Júnior
    Repórter
    mapro

    Foi assinado, na tarde desta quarta-feira, 23 de março, um Protocolo de Intenções entre a Prefeitura Municipal de Juiz de Fora (PJF), por meio da Fundação Museu Mariano Procópio (Mapro), com a associação cultural Espírito Santo Cultura, com sede no Rio de Janeiro.

    O acordo tem o objetivo de elaborar projetos de requalificação museológica e museográfica para a revitalização da Villa Ferreira Lage, do prédio Mariano Procópio e do Parque Histórico Mariano Procópio. O prazo para a execução é de 36 meses.

    O valor do investimento ainda não está definido, porque depende de projetos e planilhas complementares. "Os recursos para a execução serão obtidos por meio de leis de incentivo e recursos do Governo Federal e Estadual", revela o superintendente do Mapro, Douglas Fasolato.

    O superintendente diz que a parceria com a instituição é fundamental para unir esforços para a captação de recursos, que serão necessários para a implementação dos projetos. "O apoio dos gestores da fundação é imprescindível. É preciso que as pessoas lutem pelo museu."

    "O tratamento que o museu precisa está além das possibilidades da cidade, por isso é importante que sejam feitas parcerias", destacou o prefeito de Juiz de Fora, Custódio Mattos. De acordo com a presidente da associação e ex-ministra da Cultura de Portugal, Maria João do Espírito Santo Bustorff Silva, o Mapro possui uma coleção nacional de relevância internacional. "Um acervo com cerca de 52 mil itens é algo impressionante, é um acervo de grande poder", afirma.

    Obras no Parque Mariano Procópio

    Segundo Fasolato, as intervenções no Parque Mariano Procópio vão começar no dia 4 de abril. "Serão executados as obras civis do projeto elétrico e luminotécnico, compreendendo o bosque e os caminhos, as áreas externas dos prédios históricos e os monumentos integrados, por meio do convênio com o Governo de Minas, avaliado em cerca de R$ 554 milhões. O prazo de execução é de seis meses.

    Os textos são revisados por Thaísa Hosken

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